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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Filmes Vistos (16)


Um filme que a crentaiada certamente não irá gostar. Resumindo: um crente tenta convencer um ateu de que Deus existe. Ambos se chateiam um com o outro, por suas visões antagônicas. O ateu passar a traçar a mulher do crente. Este fica sabendo da traição de sua esposa, e trama um plano maléfico para matar os dois, pensando estar plenamente "santificado, legitimado e justificado" diante de Deus, para fazer tal coisa. A última parte termina com uma cena, que fará muitos crentes chorarem de raiva. Aprovado, recomendado.


"É irônico como os brancos nos odeiam tanto, sendo que tantos deles foram criados por mulheres negras."

Filme ambientando na década de 1960. Sabe, aquele período turbulento no tio Sam, quando pessoas de "cor" estavam lutando pela plena igualdade civil, numa terra de racistas, onde não poucos enricaram ás custas deles? 

Filme leve e gostoso de se ver, apesar de retratar os maus tratos de um pai pela filha e de brancos espancando negros, por estes estarem ocupando os seus lugares de direito naquela sociedade. 

Uma menina branca chamada Lily, por acidente, ainda muito criança, com uma arma mata a própria mãe, quando esta estava sendo espancada pelo marido. Ela cresce sem o amor de seu pai, que tem uma indiferença enorme por ela, e ainda mente, dizendo que a mãe dela não a amava e os abandonou. 

Depois que a empregada doméstica negra (Rosaleen) deles é espancada na rua, por homens brancos, Lily foge com ela, sem rumo, chegam a uma cidade, e são acolhidas com muita hospitalidade numa casa de três negras. Lily passa a ser aprendiz no apiário (criação de abelhas). 

Uma linda história de amor, compaixão e companheirismo, surge nesse lar. 

Obra belíssima.


História real que conta a trajetória de um solista (tocador de violoncelo) diagnosticado com esquizofrenia, que devido ao seu sério problema de saúde mental, vira mendigo nas ruas de Los Angeles, até que um jornalista (O Homem de Ferro) do Los Angeles Times, observando o seu exímio talento musical, se interessa em ajudá-lo. Surge uma bonita e conturbada amizade entre os dois, com o Tony Stark fazendo de tudo para que ele saia das ruas. Mas será uma tarefa difícil. História bonita. Gostei. 


"Pode parecer estranho, mas o assassinato e estupro [cometido por um serial killer] indicam que o assassino pode ter [tido] relações sexuais com o cadáver, sem se importar se passou um ano. A decomposição e até mesmo os vermes podem excitá-lo." -Ted Bundy, serial killer.

Perturbador! Esta é a conclusão mais adequada a este filme. Talvez não seja exagero dizer, como muitos sites falam, que é o filme de terror mais sombrio já feito. Se não for, com certeza está entre os primeiros. Um terror psicológico cruel! É o desespero da aflição - é a aflição do desespero.


Complexo, ritmo lento, quase parando, me deu sono... Várias interpretações podem ser dadas ao que o diretor e autor, quiseram passar.. Em muitos momentos, tive a impressão (acho que estou errado) que este filme incentiva o tipo de relação que mostra (se for isso mesmo, lamentável). De todo modo, em certa medida, já vivemos a realidade que esta película mostra. Novas relações estão surgindo com a proximidade tão intensa que temos com a tecnologia "internética". No caso da película em questão, relações amorosas com sistemas operacionais. O Japão está vivendo isso há algum tempo já, com jovens que "preferem" namorar personagens virtuais a mulheres de carne e osso. Bizarro? Bizarro sim, causa-nos estranhamento. Mas a vida é assim, dinâmica, "nada do que foi será...". Cada vez mais amamos a humanidade, e odiamos as pessoas, assim como o Filósofo Rousseau. Ou sei lá, sempre fomos assim, e a tecnologia só está escancarando isso.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Filmes Vistos (15)


Este é um filme daqueles! Bom demais! A despeito de tratar de um assunto tão pesado como o racismo, é um filme leve. 

A história de três mulheres negras, que trabalham na NASA e que foram de primordial importância, para que os EUA conseguissem lançar os seus foguetes tripulados, na corrida espacial contra a URSS, que já estava na frente, nessa disputa, quando lançou o primeiro homem ao espaço, em 1961. Elas, por serem “de cor” enfrentaram o costumeiro e abjeto racismo daquela sociedade, onde nem a NASA estava livre das leis de segregação racial. 

A NASA pressionada pelo governo, para que trouxesse resultados que valessem todo o investimento financeiro jogado nela, estava diante de grandes dificuldades nos cálculos matemáticos, para que as naves tripuladas pudessem ser lançadas com segurança. Coube a uma das “negrinhas”, uma expert em matemática, destrinchar através de números intricados, fórmulas e teorias complexas, o segredo para fazer aquelas geringonças orbitarem a terra. Três amigas, com histórias inspiradoras.


Margareth é uma talentosa pintora, porém, separada de seu marido, numa época (1958) em que mulheres divorciadas eram vistas com muita desconfiança e preconceito. Não será nada fácil mostrar as suas obras de arte pitorescas ao mundo. Num momento de solidão e fragilidade, um oportunista acaba aparecendo em seu caminho, enganando Margareth, casando com ela, e fazendo com que ele se passe como autor dos quadros pintados por ela. Ingenuamente, ela aceita essa enganação, e com o tempo vai percebendo o psicopata com quem se casou. A sua vida é de pura submissão aos caprichos egoístas do marido, que leva todo o crédito pelos seus incríveis quadros, retratando crianças com "olhos grandes". E pasmem, através do contato com testemunhas de Jeová, que batem em sua porta, ela toma coragem e bota a boca no mundo, denunciando o marido, dizendo que ele nunca pintou nenhum dos quadros. Vão a julgamento, e é provado que ele é um charlatão. História real. Margareth ainda é viva, com mais de 90 anos. O pilantrão safado, seu ex-marido, morreu em 2000, desacreditado e na pobreza.


Clássico! 

Eu querendo ser cult, do nada resolvi baixar e assistir. 

Filme produzido durante a segunda guerra (1942), que conta a história de um triângulo amoroso, na cidade de Casablanca, na época território francês. 

Rick, Ilsa e Victor, formam, talvez, o triângulo amoroso mais memorável da história do cinema.


Não sou muito de assistir comédias românticas, mas a descrição desta, me deixou curioso. Filme cativante do início ao fim. Trabalha de maneira excepcional o preconceito, discriminação, nossas hipocrisias... Muitas vezes somos discriminados, sofremos algum preconceito, mas nossa natureza quando se vê diante de algo diferente ou incomum, acaba também olhando preconceituosamente. Falta-nos empatia. 

Filme muito bom. Alguns o criticaram, visto que já existe uma produção argentina e uma italiana, da mesma história. Este é uma versão feita na Colômbia.


E o povo dizendo que Nicolas Cage não tinha feito nenhum filme que preste nos últimos anos. Mas este aqui prova o contrário. Um ótimo suspense, baseado em fatos acontecidos em 1983 no Alasca, que conta a busca incansável de um policial para colocar atrás das grades um serial killer, que matou mais de 21 mulheres.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Documentários Vistos (24)

Assassinos em Série: Andrei Chikatilo, o Carniceiro de Rostov


Andrei Chikatilo teve uma infância terrível na antiga URSS. Vivia na Ucrânia, uma região completamente devastada pelas tropas impiedosas do sanguinário Stalin. Sua irmã mais nova foi vítima de canibalismo. Some-se a isso, o fato de Chikatilo sempre ser alvo de chacotas como aluno na época escolar, e como professor, quando exercia a docência numa instituição respeitável na URSS. Não havia respeito algum por sua pessoa.

E para piorar, era um impotente sexual, que não conseguia exercer sua libido devido a essa incapacidade que o acompanhou durante toda a sua vida. Numa mistura de frustração e PERVERSIDADE, matou e mutilou num período de 12 anos (1978-1990), cerca de 52 pessoas, nas faixas etárias de 9 a 45 anos. 

A história desse serial killer é um prato cheio para Psicólogos, Psiquiatras, Antropólogos e Psicanalistas analisarem os sombrios caminhos que a mente humana pode percorrer. As variáveis e fatores que o levaram a cometer todas essas atrocidades são bem complexas e instigantes do ponto de vista científico.

Instinto Assassino: O Maníaco do Trianon


O cara foi estuprado por um caminhoneiro quando tinha 12 anos, ai, resolveu se vingar quando adulto. Virou garoto de programa, e matou com requintes de muita crueldade 5 homossexuais. A justiça brasileira o condenou a 8 anos de cadeia. Pois foi constatado, que ele tinha transtornos mentais. Brasil e sua "justiça". Pelo menos o infeliz morreu antes de sair da prisão.

Conspirações Contra Jesus: Maria Madalena, a Mãe do Cristianismo?


Tradicionalmente Madalena foi considerada uma vendedora de prazer, devido a um sermão pregado pelo papa Gregório, em 591. Mas não existem evidências nos evangelhos de que ela fosse uma puta/rapariga/rameira/piriguete ou algo semelhante. Nesse documentário, a Discovery entrevista vários estudiosos dos primórdios do cristianismo, que acreditam que ela teve um papel mais importante e proeminente nas eras iniciais da igreja cristã. 

Baseado em um dos evangelhos gnósticos encontrados no Egito parece até que Madalena e Jesus andavam se pegando de vez em quando. O Evangelho de Filipe nos dá evidências de que Jesus costumava dar uns beijos na boca de Maria vez por outra. Acho que eles poderiam colocar pelo menos uma voz dissidente que pudesse contra argumentar as considerações dos pesquisadores que aparecem no vídeo. Não senti força argumentativa na fala de muitos deles.

Os Incrédulos



Richard Dawkins (Ph.D em Biologia e ex-Professor de Zoologia na Universidade de Oxford; foi Professor de Zoologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley; membro da Royal Society, na Inglaterra) e Lawrence Kraus (Ph.D em Física no Instituto de Tecnologia de Massachusetts; foi Professor da Universidade de Yale e Harvard; é Professor da Universidade Estadual do Arizona), são os protagonistas desse documentário produzido para convencer o público da SUFICIÊNCIA da CIÊNCIA em EXPLICAR as coisas, em DETRIMENTO da religião, que NÃO explica bosta NENHUMA.

Vários trechos de palestras, discursos, diálogos (entre os dois) e debates com oponentes vão sendo intercalados, com o intuito de provar que a CIÊNCIA atrelada ao ATEÍSMO é o CAMINHO mais CONFIÁVEL e RACIONAL na busca da VERDADE. Acredito que em alguns pontos eles estão certos. Tenho vários amigos verdadeiramente cultos que são religiosos, mas não me vejo fazendo as coisas que eles fazem e pensam. Penso que são malucas demais! 

No final do vídeo é mostrado um evento, chamado Comício da Razão, realizados por eles (ateus), e em vários momentos eles falam na Razão como sendo o caminho trilhado por eles. Mas aí vai minha pergunta, aliás, pergunta essa que já faço a alguns anos, emprestada do Norman Geisler, Ph.D em Filosofia pela Universidade Loyola, membro da Associação Científica Americana, Sociedade Filosófica Americana e da Sociedade Americana de Religião:

“A maioria dos ateus se orgulha de ser racional. Mas para que ser racional se o universo é o resultado do acaso irracional? Não há razão para ser racional num universo aleatório. Logo, o maior orgulho dos ateus não é possível sem Deus.” P. 86. (Enciclopédia de apologética: respostas aos críticos da fé cristã. Tradução Lailah de Noronha — São Paulo: Vida, 2002).

NENHUM, eu digo, NENHUM ateu, até hoje, respondeu SATISFATORIAMENTE esse questionamento! 

A Ira de um Anjo



História assustadora dessa menina de apenas 6 anos de idade. Foi abusada pelo pai biológico quando ainda era um bebê, e como trauma, desenvolveu um sentimento de crueldade assustador. Queria matar os pais e o irmão; se masturbava todos os dias, até quando estava em lugares públicos; vivia maltratando e molestando o seu irmão mais novo; torturava e matava passarinhos. 

Uma criança fria, calculista, sem amor, sem compaixão ou empatia. Já é chocante ver esse tipo de personalidade e conduta em um adulto, quanto mais em uma linda menininha de 6 anos. Mas parece que depois de um tratamento intensivo, ela melhorou bastante e conseguiu se reintegrar a sociedade.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Documentários Vistos (17)


Nunca vi um documentário sobre UFOs tão ruim, tão lixo, tão amador... Descarado demais os produtores, o protagonista, e quem diz acreditar nele. Não convence nenhum pouco. Stan Romanek quer ganhar fama e notoriedade? Parabéns, ganhou. Vídeo com a estória dele na Netflix, para enganar os incautos. É simplesmente uma porcaria. É o grau máximo da ingenuidade acreditar nas “provas” que ele apresenta. Uma verdadeira piada. Mas como não gosto de deixar comida no prato, fui até o fim do vídeo. Uma hora e quarenta e cinco minutos de muitas mentiras e enganação. Tudo forjado.


Daryl Davis é um músico negro que desde 1990 vem colaborando para o enfraquecimento do racismo em seu país. Mas o seu método é totalmente diferente. Ele vai ao encontro dos líderes das várias facções da Ku Klux Klan (KKK), para ouvi-los, dialogar e questionar as premissas que dão sustentação ao discurso discriminatório de supremacia branca. Por mais inusitado e impossível que pareça, muitos líderes da KKK deixaram o seu racismo. Anos de diálogo cordial fizeram-nos mudar de mentalidade. Isso é redentor. É divino! É uma paciência e estratégia que muitos da comunidade negra questionam e que nutrem até ódio por ela. Compreensível. Em não poucas cidades norte-americanas, ser negro é sinônimo de que você apanhará nas ruas pela polícia simplesmente por ter a pele mais escura. O racismo é sistemático; é endêmico. E apesar dos esforços de pessoas como o Davis, está muito longe de acabar. Na verdade, nunca acabará.


"As pessoas nascem ou se tonam assassinas?" 

"Assassinos em massa são movidos por um desejo de matar ou de morrer?" 


Ate onde os genes e o ambiente têm o seu quinhão no comportamento humano (assassino)? 

A Ciência ainda está engatinhando, tentando encaixar as peças desse intricado jogo que é a mente humana.


10 igrejas protestantes tradicionais foram incendiadas no Texas por dois perturbados, em janeiro de 2010. Estavam revoltados com Deus e com a hipocrisia das igrejas. Cutucaram a fera com vara curta. Na região onde incendiaram as igrejas é uma das mais religiosas do país. Igreja a torto e a direito. Foram pegos e sentenciados a várias prisões perpétuas. Perfeito seria se viessem ao Brasil incendiar a igreja universal e outras.


No Congo sim, existe uma verdadeira cultura do estupro. Soldados do governo e rebeldes, estupram, e ficam impunes. A mulher além de ter sido violada, ainda será abandonada pelo marido, que não dará mais assistência nem a ela e nem aos filhos que tiveram juntos. A sociedade a desprezará. Eita sociedade justa e digna de se viver para o sexo feminino.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Filmes Vistos (7)


Para quem gosta de um filme de suspense e terror de alto nível, esse aqui preenche todos os requisitos. Está na minha lista dos melhores do gênero. Simplesmente demais. E com um final completamente fora do padrão.

Os rituais, magias e feitiços levados pelos negros quando escravizados, ainda persistem em certas regiões dos EUA. É impossível não associar isso com o que acontece aqui no Brasil. Apesar desse filme não ser baseado em fatos reais, está ancorado numa realidade ainda presente – uma forte crença no sobrenatural. 


Nesse filme de primeiríssima linha, alguns “mortos” pensam que estão “vivos”, enquanto que acham que os “vivos” é que estão “mortos”. Mais ou menos isso.  E Nicole Kidman está uma lindeza só. 


O que falar sobre essa magnífica obra do cinema, estrelada pelo impecável Anthony Hopkins interpretando o perturbador Psiquiatra e serial killer “Lecter Hannibal”, e pela linda e graciosa Jodie Foster no papel da sagaz agente do FBI, “Clarice Starling”?! Nada, apenas me silenciar. Fantástico!


A saga grotesca, doentia e mórbida do Psiquiatra Lecter Hannibal está de volta nesse filme. 10 anos depois, o canibal volta a dar muita dor de cabeça ao FBI e a sua amada Clarice Starlings, a qual ele não tem a mínima vontade de lhe impetrar qualquer mal. Estranhamente a ama e venera.

Impossível não comparar com O Silêncio dos Inocentes, que é inequivocamente superior no roteiro, atores, suspense e tal. Achei muito surreal a trama e sem lógica em vários momentos. O Hannibal é uma espécie de ser onipotente, que pode alcançar e caçar qualquer um. Pelo visto se ele quisesse comer o Presidente dos EUA, conseguiria. Senti falta da Jodie Foster. A Julianne Moore fez razoavelmente bem o seu papel, mas, Foster foi melhor em sua atuação. O personagem de Ray Liota foi medíocre e desconexo. Antony Hopkins como sempre muito bom.



Um bom filme de suspense. Uma das pérolas do Stanley Kubrick. Alguns detalhes ficaram sem explicação, mas o filme tem um bom enredo. Fico me perguntando o quanto seria angustiante ficar cinco meses num hotel isolado do mundo, sem poder sair por causa da neve, com apenas mais duas pessoas, o que é o caso do filme.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Dementes: Edmund Kemp


“Ele cortou a cabeça da mãe e colocou o pênis na boca dela”.

Quando criança degolava as bonecas de suas duas irmãs. Sua mãe o trancava no porão na hora de dormirem, com receio de que ele atacasse sexualmente elas. Depois ele começou a maltratar animais (traço comum de psicopatas). Enterrou um gato vivo, depois de morto, o desenterrou para “brincar” com ele. Tentou morar com o pai, que tinha se separado de sua mãe, mas foi rejeitado por ele. Foi morar com os avós, mas matou os dois. Foi parar em um hospital psiquiátrico aos 15 anos de idade, enganou direitinho os médicos, sendo liberado aos 20 anos.

Na Califórnia recomeçou as suas matanças, assassinando jovens universitárias. Dava carona a elas, as matava e levava os corpos para o seu apartamento. Nele, mutilava as garotas, e fazia sexo com os corpos todos esquartejados. Chegava a fazer sexo oral com as cabeças decapitadas. Depois de satisfazer seus desejos demoníacos e mórbidos, jogava as partes dos corpos em vários lugares da cidade, dificultando assim, o trabalho da polícia em descobrir quem estava fazendo aquilo.

E depois de já ter matado seus avós e seis jovens universitárias, acabou assassinando a sangue frio a sua própria mãe, com um martelo, enquanto ela dormia. Fez sexo oral com a cabeça da mãe. Cortou as cordas vocais e as jogou no triturador. Era uma espécie de vingança, devido às várias broncas que levou da mãe durante toda a sua infância. Nesse momento, sua loucura atingiu o estágio máximo.

Para que a melhor amiga de sua mãe não descobrisse, ele a convidou para ir a sua casa, e quando ela chegou, adivinha? Sim, isso mesmo. Ele tirou também a vida dela. Depois disso, fugiu. Num pequeno ato de sobriedade e sensatez, ele liga para a polícia, foragido no Estado do Colorado e conta o que fez.

Kemp tinha mais de 2 metros de altura, era sempre gentil com as pessoas. Vivia bebendo cerveja num bar muito frequentado por policiais. Estes gostavam de papear com ele. No entanto, sua relação com as mulheres, era bem diferente. Ele as tinha como inimigas. Sentia-se o todo poderoso quando tirava-lhes a vida. Como sofreu abusos emocionais fortíssimos de sua mãe, esse foi um dos fatores que o fizeram fazer o que fez.

O que me intriga nesse episódio, é em pensar na negligência, ingenuidade e incompetência do hospital psiquiátrico que pensou ERRONEAMENTE, que ele estava “curado”, ao ponto de deixá-lo viver livre, leve e solto, depois dele ter ASSASSINADO os seus avós, ainda na adolescência. Isso não é questionado, no vídeo. O resultado foi trágico. Pessoas que matam, mesmo sendo comprovado que tenham cometido o ato infrator, num momento de esquizofrenia aguda, não podem em hipótese nenhuma, ficarem livres. Isso vale para hoje, como já deveria valer na década de 1970, data em que ocorrem os eventos narrados.

Por aí nós vemos, que nem o sistema judicial e psiquiátrico norte-americano está imune de cometer erros grosseiros.   

Um dos entrevistados diz acertadamente, que vários fatores contribuíram para ele fazer tais atrocidades. Desde a genética, a fatores psicológicos e neurológicos, e também ao meio em que viveu de rejeição de ambos os pais.

Mas apesar de fatores alheios a vontade do Kemp, houve uma carga de responsabilidade muito grande da parte dele. Sem esse requisito básico, nenhuma pessoa (mesmo que não apresente distúrbio mental algum) pode ser criminalizada por nada. Visto que fazemos o que fazemos, devido às várias circunstâncias que não podemos controlar.  

Dementes: Harold Shipman


“Calcula-se que o doutor Harold Shipman tenha matado 2084 pessoas, num período de trinta anos, antes de levantar suspeitas.”

O maior serial killer da história! 
Local/locais onde ele assassinava?

Inglaterra, na pacata cidade de Hyde. A maioria dos assassinatos.

Suas vítimas?

As velhinhas.

Como as matava?

Aplicando doses cavalares de morfina.

Por que as velhinhas?

Quando Shipman era um adolescente, sua mãe precisava tomar morfina regularmente por causa de um terrível câncer, ele sempre estava presente, quando o médico vinha aplicar-lhes as injeções. Com isso mente, alguns especulam que em suas milhares de matanças, quisesse “recriar” a cena de sua mãe tomando a droga, com o mórbido detalhe, de que as injeções eram pra dar um fim a vida de suas pacientes.

Como foi pego?

Em 1998, quando tentou falsificar grosseiramente o testamento de sua última vítima, em seu favor. Vários corpos de idosas que foram suas pacientes foram exumados, e todos tinham uma alta concentração de morfina.

Ainda é vivo? Está preso?

O desgraçado cometeu suicídio em 2004, negando todos os seus crimes.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Joseph Fritzl: A História de um Monstro


O mundo inteiro ficou chocado com a espantosa história de Joseph Fritzl, que manteve a sua filha Elizabeth, presa em um porão durante 24 anos (1984-2008), na Áustria. Nesse período, ele a estuprou milhares de vezes, tendo vários filhos com ela. Um período cárcere total, sem direito a ver a luz do dia, sem ver mais ninguém, além do monstro do seu pai. Fora os espancamentos e coisas mais. Um simples objeto; uma propriedade; um lixo humano; era assim que ele via sua filha. O tratamento que ela sofria era pior que um negro nos tempos mais nefastos da escravidão.

Ele conta que teve um pai muito ruim e cruel. A sua mãe se separou dele, e Fritzl passou a sua infância morando apenas com ela. Ele admite que tinha desejos sexuais em relação a ela, mas sempre manteve-os sob controle. Quando mais adulto, o seu histórico de violência começou logo cedo. Estuprou uma mulher, foi preso por isso. Porém, só ficou 1 ano e 6 meses na cadeia. Depois tentou estuprar outra mulher. Não obteve êxito. Ela diz que guarda os traumas dessa tentativa de estupro até hoje. E o safado ainda disse que um dia a estupraria.

O casamento de Fritzl, sempre foi marcado pela total submissão de sua mulher. Completamente passiva em relação a tudo que ele dizia e determinava. Uma mulher fraca e sem opinião. Talvez por medo, ou por estar totalmente cega e apaixonada por ele.

Dentre alguns filhos, eles tiveram Elisabeth, uma menina que ele simplesmente não gostava, por mais que fosse sua filha. Ele então coloca seus desejos doentios em ação. Pede para um amigo seu, ajudá-lo a construir um porão em sua casa.

Em 1984, ele a prende, e nunca mais ninguém volta a vê-la até 2008. Nesses terríveis/horríveis/tristes anos que se seguiram, foram só de sofrimento físico, psicológico e arrisco dizer, até espiritual para Elisabeth. Molestada, estuprada, espancada e toda sorte de maldades investidas contra ela, pela própria pessoa que a colocou no mundo, seu pai.

“Eu sabia que Elisabeth não queria as coisas que fiz com ela. Sabia que a machucava. Mas o desejo de finalmente provar o fruto proibido foi forte demais. Era como um vício.” (Joseph Fritzl).

O pior, que a casa dele, era uma espécie de hotel, flat, pousada, quartos para se alugar. Pessoas que moravam ali há vários anos, deram seus depoimentos no vídeo, e alegam nunca terem visto nada muito suspeito. Curiosamente apenas o cachorro de um inquilino, que morava num apartamento, acima do porão, percebia que havia alguma coisa lá embaixo, pois ficava olhando para o chão e arranhando-o. Lembrando essas atitudes do seu cão, o seu dono, hoje sabe o motivo.

Finalmente, em 2008, Fritzl não pôde mais esconder as atrocidades cometidas contra a sua filha. Foi preso. E Elisabeth saiu de sua injusta prisão e escravidão.

Mas não precisamos ser Psicólogos ou Psiquiatras, para saber, que a escravidão emocional, psicológica e espiritual permanecerão para sempre em sua vida. Nada de fantasia e palavras confortantes aqui. Visto que o sofrimento que ela passou é indescritível. Deixemos a espiritualidade boba e enganadora para aqueles que não querem enxergar os recantos sombrios da existência.

Uma pena que não tem esse vídeo no Youtube. Apenas na Netflix. 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Dementes: O Assassino BTK - Dennis Lynn Rader


O cara assassinava com requintes de crueldade. E ainda mandava cartas para polícia, fazendo provocações com ela. Durante 30 anos (1974-2004) ficou impune, pois a polícia não tinha nenhuma pista de quem seria o serial killer da pequena cidade de Wichita, no Kansas. Um psicopata frio, calculista e que não tinha absolutamente nenhuma piedade de suas vítimas. Seu interesse era vê-las sofrer. 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Índice da Maldade - Mentes Malévolas



RESUMINDO APENAS O PRIMEIRO ASSASSINO DESSE VÍDEO: 

Quando criança desmembrava as bonecas da irmã. Adulto começou a fazer o mesmo com seres humanos. Cortava partes do corpo, comia e guardava na geladeira. Matou e mutilou 6 mulheres, além de ter matado os avós e sua mãe, decapitando esta. Como diz o vídeo, “mais tarde [ele] descreveu que cada homicídio era uma fantasia que se tornava realidade.”

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Dementes: O Matador de Gays, Colin Ireland


Nesse documentário da Discovery Networks, Louis Schelensinger, Psicólogo Forense, diz:

"A maioria dos assassinos em série que matam homens, geralmente é gay. A maioria dos assassinos em série heterossexuais matam mulheres. Num caso como este, o próprio Ireland, poderia ser homossexual ou ter uma tendência homossexual muito forte, mas não conseguia aceitar esse fato. Ele não quer aceitar isso. Então acaba odiando uma parte da sua personalidade; ao matar esses homens, ele estaria afirmando a si mesmo que não é gay e que não faz parte da personalidade dele".

Parece que os grandes inimigos dos homossexuais, são eles mesmos. A comunidade gay vive dizendo que os homofóbicos (embora, muitas vezes, eles e a mídia distorçam o termo) são gays enrustidos. Se este for caso, só mostra que eles é que não se entendem. Ou seja: gays que não saíram do armário matando gays assumidos. 

Conclusão: Não são os heterossexuais os mais "homofóbicos", e sim, os próprios gays enrustidos que não aceitam a sua condição.