quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Muito Além do Peso



Esse é um documentário de utilidade pública que deveria passar em tudo que é escola, casa, igreja e etc. Os pais deveriam ser os primeiros a assistir e iniciar uma reviravolta na alimentação de seus filhos. O vídeo apresenta muito bem o que de fato a indústria de certos alimentos são: cruéis, perversas e bastante eficazes na venda de seus produtos. O Estado e os órgãos reguladores (Anvisa) são subservientes das grandes corporações alimentícias. De acordo com Ann Cooper, Diretora do School Food Project :


“Como começou a obesidade infantil, e se é realmente uma epidemia, eu creio que começou nos EUA. Porque antes da 2ª Guerra Mundial, as pessoas preparavam sua comida. Mas saindo da 2ª Guerra, a tecnologia vinda da guerra precisava encontrar um outro lugar rentável. Vimos geladeiras, caminhões e alimentos processados, todos vindo de tecnologias de guerra, precisando se tornar grande negócios depois do fim da guerra. Isso aconteceu e nós fomos seduzidos por estes alimentos ultra-processados. Creio que isso aconteceu aqui nos EUA e se espalhou como uma epidemia em todo mundo”.


Essa epidemia que ela fala está disseminada aqui no Brasil, Europa e demais lugares. O vídeo apresenta crianças obesas com diabetes, colesterol alto, pressão alta, dores nas pernas devido ao excesso de peso, problemas no pulmão e coração. Para mostrar que é um problema generalizado, o vídeo entrevista pais e filhos desde o Rio Grande do Sul as comunidades ribeirinhas na Amazônia. Nem estas comunidades nos recantos mais distantes do Brasil escapam da máfia da Nestle. Os pais simplesmente não sabem o que fazer diante de tudo isso. Visto que também são vítimas. O total de crianças obesas no Brasil chega a assustadores 33,5%. É um número muito elevado. Segundo o Médico Endocrinologista, Amélio Godoy:


“A obesidade tá relacionada com as maiores pandemias modernas. Ela está relacionada com a diabetes, que é uma pandemia, e é a causa maior da diabetes tipo 2; ela tá relacionada com as doenças cardiovasculares, que é outra pandemia, é a maior causa de mortalidade do mundo atual, e ela vem da obesidade, do excesso de peso; ela tá relacionada com depressão; ela tá relacionada com estresse; ela tá relacionada com alguns tipos de câncer. Então as grandes pandemias modernas têm na sua base o excesso de peso”.

A era do consumo exagerado gera esses vários tipos de doenças e patologias. Muitas crianças têm até vergonha de levar uma fruta para a escola, pois assim, irão se sentir inferiores, e até, alvo de chacotas de seus coleguinhas que levam os seus salgadinhos e biscoitos recheados. Como dizer a essas crianças que esses alimentos fazem mal? Como explicar-lhe que esses alimentos super gostosos são um veneno para os seus corpinhos, e que as indústrias que os produzem não estão interessadas no bem-estar delas? Os pais que se preocupam com a saúde de seus filhos se veem numa situação bem complicada e complexa. E para piorar mais ainda, essas palavras do Willian Dietz, Diretor da Divisão de Nutrição, Atividade Física e Obesidade do Centro de Prevenção e Controle de Doenças – EUA, são bem certeiras:



“Bem, é verdade que os pais guiam seus filhos em relação às suas necessidades e níveis de atividade física. Mas os pais não podem fazer boas escolhas se não existem boas escolhas para serem feitas. E em muitas cidades, não há bom alimento disponível. Em muitas cidades não há parques que sejam seguros. Então as crianças não têm a opção de serem ativas. Mesmo andar até as escolas se tornou perigoso em alguns lugares”.






terça-feira, 22 de setembro de 2015

Criança, A Alma Do Negócio


Mais um documentário da “Maria Farinha Produções” denunciando a publicidade desavergonhada direcionada ao público infanto-juvenil. As crianças são implacavelmente vítimas de uma enxurrada de propagandas que as vêm transformando em adultos precoces. Isso acaba prejudicando a sua capacidade de cognição, tornando-as adultos mimados e sem uma estrutura psicológica saudável.

As crianças precocemente têm aprendido a consumir, consumir e consumir. Crianças na mais tenra idade, querendo se maquiar, fazer progressiva, com celulares, andando de salto alto, querendo mostra as curvas do corpo... E a grande vilã para essas aberrações modernas é a publicidade desenfreada e sem regulamentação que existe por aqui. A implantação de desejos incompatíveis com a infância são injetados pelas grandes empresas de brinquedos. Em apenas 30 segundos de propaganda, a criança já está influenciada pelo produto mostrado. Aí vem o desejo de querer aquilo. A criança pensará que se sentirá mais feliz e realizada se adquirir aquele brinquedo. Segundo Clovis de Barros Filho, Ph.D em Ciências da Comunicação pela USP:


“A publicidade evidentemente, [...] promete mais que a alegria da posse. Ela promete a alegria da inscrição na sociedade; ela promete a alegria da existência na sociedade. Consumindo você será aceito como consumidor; se for aceito como consumidor, você será inscrito entre os consumidores daquele produto; será afastado dos não consumidores daquele produto, e, portanto, terá uma existência social que vai te alegrar. E você que não sabe teorizar sobre isso, mas sente que isso é verdade, embarca tranquilamente. Quando é que tudo isso começa? No mundo infantil”.


Num efeito dominó, os pais acabam ficando num situação bem delicada. Como colocar um freio nesse consumismo tão bem estimulado pelas mídias de massa? Na grande maioria dos casos, os pais não tem o total controle. Tornam-se até os “malvados e insensíveis”, se não atenderem aos desejos de seus pimpolhos. Ana Lucia Villela, Mestre em Educação diz:

“Será que é justo a gente culpar esses pais? E ainda piorar a vida deles? [Se tem] uma indústria bilionária bombardeando a cabeça dos filhos deles, dizendo: ‘ Peçam para os seus pais. Queiram isso, queiram isso’”.

E José Eduardo Romão, Mestre em Direito Constitucional, complementa:

“[A publicidade acaba colocando] um pouco as crianças contra os próprios pais, como se os pais fossem aqueles que negassem o desejo. Esse estímulo desenfreado ao desejo acabam colocando os pais sempre como os vilões”.

E pra fechar, os documentaristas dão uma pequena palha do que viriam a denunciar alguns anos depois em seu documentário “Muito Além do Peso”, mostrando a péssima qualidade dos alimentos industrializados que são especialmente feitos para a criançada, com esses dados da Anvisa de 2006:

“80% da publicidade de alimentos dirigidas às crianças são de alimentos calóricos, com alto teor de açúcar, com alto teor de gordura e pobres em nutrientes”.

Estamos em 2015, será que essa porcentagem diminuiu? Nunquinha.
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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Repórter Record Investigação: Prostituição Muçulmana - 03/11/14




Nesse episódio, a emissora de macedinho, vai até o Paquistão investigar as mazelas que acometem muitos de seus habitantes. Lindas mulheres que se prostituem; homens e crianças escravos na fabricação de tijolos; homens que vendem seus próprios rins, para pagar suas dívidas, junto aos modernos senhores de escravos; e deficientes com microcefalia que são explorados por supostos pais adotivos.

Quanto às garotas de programa, segundo a lei islâmica, o pai ou irmão de uma prostituta podem matá-la, sem serem punidos. No Paquistão, todo ano são mortas cerca de mil mulheres por conta disso. Religião de MERDA é assim mesmo! 

As duas garotas que são entrevistadas, ao contrário (creio eu) de uma boa parte das que alugam o corpo para a gozada alheia em Natal, por exemplo, não podem ser chamadas de putas, mulheres safadas/raparigas e correlatos – pois se prostituem por pura necessidade, e por serem vítimas de cafetões inescrupulosos. Já aqui no Brasil, muitas abrem as pernas, para usufruírem de uma vida de luxo, festas e ostentação. As universidades de Natal estão cheias delas.