terça-feira, 6 de outubro de 2015

A TDI e a Química: As Bases Termodinâmicas da Impossibilidade de Existência de Sistemas Vivos Ordenados Sem Design Inteligente


Kelson Mota, Ph.D e Mestre em Físico-Química pela USP e Professor da Universidade Federal do Amazonas, nos apresenta o resultado de suas pesquisas sobre as impossibilidades termodinâmicas para o surgimento, por exemplo, da Adenina, Citosina e Uracila (nucleotídeos). A modelação das reações abiogênicas desses três exemplos citados, não acontecem sem o direcionamento de um Design. Cálculos exaustivos foram feitos e a conclusão do Mota é:

Nenhuma das reações abióticas de sínteses de bases nucleicas podem ocorrer espontaneamente, sem intervenção dirigida de trabalho!

Interessante é que os velhos criacionistas desde a década 1970 ou até antes, sempre tocaram na questão termodinâmica como um grande empecilho a evolução darwiniana. Algumas vezes presenciei em debates e textos evolucionistas, o seu desdém sobre o argumento da entropia. Mas parece que ele se renovou e ainda ficará no pé daqueles que propõem um mecanismo naturalista, baseado no tempo, acaso e necessidade.

Mediante noites e mais noites fazendo cálculos complicados e delicados, o Mota parece inviabilizar o argumento evolucionista de que o sol é capaz de fornecer energia suficiente para a diminuição de entropia, e assim, formar pelo menos, uma sequência específica de DNA. Segundo ele, é impossível.  

Em complemento ao que ele falou, me lembrei do que a Cláudia Aparecida Alves, Bacharel em Química/USP, Mestre em Ciência e Química Analítica/USP e Doutora em Biotecnologia Molecular Estrutural/USP tinha escrito há alguns anos:

A Segunda Lei da Termodinâmica diz que tudo tende ao caos, à desordem e à deterioração. A teoria da evolução afirma justamente o contrário, ou seja, que moléculas simples foram gradativamente tornando-se estruturas cada vez mais complexas e ordenadas. O problema da tendência à desordem pode ser contornado se houver fornecimento de energia externa ao sistema. Em organismos vivos já estruturados, como os atuais, existem mecanismos que compensam essa tendência à desordem transformando a energia solar em energia química. As plantas convertem a luz solar em energia química, os animais comem as plantas e aproveitam sua energia armazenada. Esse ciclo de dependência energética é chamado de cadeia alimentar. Seres tão primitivos como a primeira vida não dispunham de mecanismo de captação e conversão de energia solar. Para contornar essa dificuldade, os evolucionistas apelam para o processo fermentativo, que é bem mais simples do que a captação de energia externa, mas mesmo a fermentação seria algo muito complexo para a primeira vida formada ao acaso. [1]

Para o Mota, a única explicação possível é que toda a maquinaria biomolecular é o resultado de uma INTENCIONALIDADE. Os naturalistas objetarão que se firmar no desconhecimento e incapacidade atual da Ciência em explicar a gênese dos nucleotídeos, para postular uma espécie de deus misterioso que intencionou criar num sei pra quê os seres orgânicos, é preencher as lacunas do conhecimento científico com fantasias religiosas, que há muito tempo já foram descartadas.

Contrariando essa objeção, Willian Dembski (Ph.D em Matemática na Universidade de Chicago, Ph.D em Filosofia na Universidade de Illinois, é Professor associado de Pesquisa em Fundamentos Conceituais da Ciência na Baylor University) e Jonathan Witt (Ph.D em Literatura na Universidade do Kansas, EUA) escrevem:

A teoria do design inteligente sustenta que muitas coisas na natureza apresentam um sinal claro de terem sido projetadas. A teoria não é baseada no que os cientistas não sabem sobre a natureza, mas no que eles efetivamente sabem. Ela é construída sobre uma série de descobertas científicas em todas as áreas, da biologia à astronomia. [2]

Será que eles têm razão? Mesmo com dúvidas, fico com eles.

REFERÊNCIAS:


2 – DEMBSKI, Willian; WILL, Jonathan. Design Inteligente sem censura. São Paulo: Cultura Cristã, 2013. P. 07. 

Discovery na Escola - Roma Antiga: Ascensão ao Poder


Uma das maiores, organizadas e também violentas civilizações da história. A crueldade romana era proporcional a sua grandeza geográfica. No Coliseu Romano:

Em apenas uma série de jogos, 5 mil pessoas e 11 mil animais foram massacrados.

Documentário bem didático explorando a origem da civilização romana, com seus personagens (Remo, Rômulo, Lucrécia, Tito Lívio, Sérvio Túlio entre outros), lendas, mitos, batalhas épicas, e seu legado republicano refletindo no mundo moderno.

A cidade de Roma foi sem dúvida a cidade mais populosa do mundo antigo.

[...] Quando o Coliseu foi construído, Roma já era uma cidade de 1 milhão de habitantes. E estava crescendo. Só no século XIX a cidade de Londres conseguiu chegar perto dessa grandeza.

Como a Playboy Mudou o Mundo


A instigante e excitante história da Playboy, guarda inúmeras curiosidades sobre o seu fundador, Hugh Hefner, e sobre o início da revista, que enfrentou vários embates contra os setores conservadores e autoridades do Estado, que não aceitavam a “safadeza” que a Playboy estava propagando na sociedade e juventude. O puritanismo religioso era muito arraigado na cultura popular. 

“A posição do governo era de que o sexo corrompe; que é imoral; que é contra os princípios religiosos. [...] Estávamos vivendo a idade média no que se tratava de sexualidade”.

Já se passaram mais de 60 anos desde a fundação da revista, que começou timidamente, mas, a cada edição as vendas só aumentavam. Hugh Hefner se mostrou um homem de visão e inteligência, desafiando a moralidade do pós-guerra. 

“Os manuais de sexo eram manuais anti-masturbação. Eles diziam: ‘Vençam seus pensamentos. Se você for tentando ao auto-prazer ou auto-excitação, pense na sua mãe ou no sermão da montanha. Tome um banho frio. Coloque os testículos num balde de gelo”.

E curiosamente a Playboy foi um importante veículo em favor dos direitos civis dos negros. Naquela época, os negros eram extremamente vítimas de segregação, preconceito e discriminação. No entanto, a Playboy com seus clubes e programas televisivos aceitavam qualquer pessoa, independente de sua cor. Matérias eram escritas na revista para desconstruir essa dicotomia besta entre brancos e negros. Para o Hefner, o racismo era uma tremenda estupidez. 

“Quando eu era garoto, não havia intolerância racial de nenhum tipo na minha casa. Você é ensinado a ser racista. Não é uma coisa natural. Então a ideia de racismo era estranha para mim. E eu disse: ‘Vocês não podem proibir membros negros no clube, e a resposta deles foi: ‘Aqui na Louisiana é contra as leis do Estado, não se pode ter integração na Louisiana. É contra as leis”. A minha [resposta] foi: ‘Isso é ridículo’”.

Entrevista: Jan Val Ellam - Fator Extraterrestre


Na época em que eu assistia religiosamente o “Programa do Jô”, acabei vendo em 2004, essa entrevista com um “pirado” aqui de Natal, que afirma ter contato com extraterrestres. Acabei encontrando-a no Youtube. Como é um assunto que me interessa, assisti de novo.

O Jan Val Ellam passa um ar de seriedade e honestidade quando fala. Engana a muitos. Interessante, que ele mesmo diz no início da entrevista, sobre o motivo pelo qual não usava o seu nome verdadeiro quando começou a escrever livros sobre o tema:

“Eu não sei se o que tô escrevendo (tentando escrever) é verdade. Então se isso aí servir pra alguém, pouco importa o nome do autor terreno”.

Realmente ele não sabe mesmo. Visto que até os Ufólogos de alto calibre da Revista UFO, já o criticaram por fazer previsões inverídicas. O cara diz ter sido um dos soldados que crucificou Cristo, em uma de suas vidas passadas. Ah, vá...

Máquinas Mortais: A Inquisição


A igreja católica dispunha de uns brinquedinhos bem inofensivos para coagir os “rebeldes” a confessarem seus “crimes” contra Deus. O parque de diversão da igreja “representante” de Deus era bem eclético, ao gosto do cliente. Documentário bem legal mostrando o "amor" da igreja papal.

Cadeira de Inquisição: Uns brinquedinhos com pregos fervendo que perfuravam e queimavam só de “leve” o corpo.

Estrapada: Cordas que descolavam os ombros causando uma sensação bem agradável. 

Berço de Judas: O “herege” “implorava” para que o colocassem sentado numa espécie de pirâmide que iria forçosamente romper o seu orifício anal.

Potro: Cordas que cortavam os pulsos trazendo uma sensação de bem-estar incomensurável. 

Descascador de Peles: O nome por si só já nos dá uma vontade enorme de experimentar esse brinquedinho. Lâminas que fatiavam a vítima.

Tambor Giratório: Dilacerava o estômago da vítima, expondo suas “tripas”.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A Química da Vida e suas Evidências ao Nível Molecular: Origem Espontânea ou Design Inteligente?


Palestra de Tarcísio da Silva Vieira (Doutorando em Química na Universidade Federal de Goiás, Mestrado em Química na Universidade de Brasília, Bacharel em Biologia pela Universidade de Rio Verde), versando sobre as impossibilidades pré-bióticas da origem da vida por meio de processos puramente naturais e ao acaso.

Ele começa desmentindo com fontes evolucionistas o mito que muitos ainda divulgam de que a teoria da Evolução nada tem a ver com a Origem da Vida. Ele prova que sim! Citando a própria revista Nature, quando está diz:

[...] a evolução darwiniana começou a operar, isso marcou o início da vida.

Quantas vezes eu vi em sites, comunidade no Orkut e fóruns, os evolucionistas mais fanáticos e ardorosos falarem de boca cheia que a Origem da Vida estava desvinculada dos postulados de Darwin. Sinal de que os berros ensandecidos não vêm apenas do lado criacionista.
E para fechar de vez a questão, ele cita também, a Sociedade Brasileira de Paleontologia que disse recentemente:

[...] a evolução continua sendo a única teoria cientifica capaz de explicar a ORIGEM E DIVERSIDADE DOS SERES VIVOS no nosso planeta, incluindo o nosso planeta. (Ênfase acrescentada).

Continuando sua apresentação, ele discorre sobre os problemas persistentes e inerentes que teimam em acompanhar as pesquisas sobre a origem da vida. Analisa o famoso experimento de Miller, dizendo que os aminoácidos produzidos por ele, pouco contribuíram para descobrir como a vida surgiu. Falhas e mais falhas das atuais teorias foram mostradas, evidenciando seu ínfimo poder explicativo em solucionar a origem dos seres vivos.

Para ele, os cursos universitários de Biologia apenas doutrinam os seus aprendizes; eles se formam sem ter pensamento crítico algum. Apenas engolem e digerem o que os seus Professores dizem.

Uma de suas considerações finais é está:

Afirmar que a vida surgiu ao acaso pela mera ação das leis naturais, não está em acordo com o conhecimento químico, sendo na verdade, crença e superstição. 

Evidências de Design Inteligente na Química da Vida: Processos Bioquímicos ao Nível Molecular


Palestra de Rodinei Augusti (Ph.D, Mestre e Graduado em Química pela UNICAMP; Pós-Doutor em Química pela Purdue University, EUA; Professor associado da Universidade Federal de Minas Gerais) no Primeiro Congresso Brasileiro de Design Inteligente, sobre a complexidade bioquímica de duas proteínas, a Hemoglobina e a Mioglobina. Para o Augusti, os arranjos moleculares que compõem essas proteínas não podem ter se formado ao mero acaso. Há sinais incontestáveis de um Design Inteligente.

A palestra dura pouco mais de 30 minutos, e pra ser bem sincero, é bem chatinha. Só quem tem um conhecimento avançado de Química ou Bioquímica podem captar a essência do que ele falou. Apesar de muito simplificada, ainda sim, ficou bem incompreensível toda a sua abordagem.  

Mudança de Sexo


Esse documentário assim o diz:

Segundo estimativas mundiais, 1 em cada 30 mil homens e 1 mulher em cada 100 mil são transexuais.

Como a família reage quando um membro da família se diz transexual:

Aceitar que aquele filho que nasceu homem quer viver como uma mulher é um enorme drama para a família.

Essa condição é genética, comportamento aprendido, um conjunto dos dois, ou pura falta de vergonha na cara? O Psiquiatra Alexandre Saadeh, Ph.D em Psiquiatria e especialista em Transexualismo, nos fornece algumas pistas:

Final dos anos 90, pra cá, uma série de estudos, mostram que a identidade de gênero – a noção que cada de um de nós tem de ser homem ou ser mulher - começa a ser determinada intra-útero, e alguns hormônios circulantes, chamados andróginos circulantes na gestação, vão determinar se o cérebro vai se desenvolver masculino ou feminino, e, portanto, a identidade também está ligada nesse desenvolvimento cerebral. 

A Rota do Escravo: A Rota da Resistência


Esse singelo documentário da UNESCO nos mostra os horrores da escravidão que os africanos sofreram. Esse sistema diabólico e maléfico perdurou por centenas de anos ceifando a vida de milhões de seres humanos para satisfazer a ganância de países europeus e árabes.

Uma das "justificativas" que se dava para essas atrocidades era simplesmente que os negros era uma raça inferior, e que, portanto, podia e devia ser escravizada. O documentário em certo momento diz:

Para justificar a exploração de seres humanos foi criado o conceito de hierarquia racial. A suposta inferioridade de africanos será usada para dar uma boa razão para que fossem escravizados e para praticar terror físico e emocional diário, capaz de mantê-los sob domínio e combater movimentos de resistência. 

As sequelas do escravismo, infelizmente perduram até hoje. O racismo é muito forte tanto no Brasil, como nos Estados Unidos e na Europa. 

O comércio de escravos e a escravidão são agora coisas do passado, mas eles deixaram em seu rastro o racismo – um veneno resistente, que assola as nossas sociedades até hoje.

Uma Questão de Origens



Se existe um dos assuntos que mais me intrigam é a questão da origem da vida. Mas até agora, tivemos apenas teorias falhas e experimentos que não deram em nada. Esse documentário, "Uma questão de origens", mostra as inúmeros problemas inerentes a essa intrigante questão.

Documentário bem tendencioso e escrachadamente ( com imagens muito ruins) a favor do criacionismo clássico (teoria que não endosso). Mas vale a pena assistir, por mais que esses cientistas criacionistas estejam dando murro em ponta de faca, ao tentar provar que o mundo foi criado em seis dias.

Gary E. Parker, Bacharel em Biologia/Química, Mestrado em Biologia/Fisiologia e membro da Sociedade Americana de Zoólogos, diz:

Uma das leis fundamentais da biologia é a lei da biogênesis – que a vida surge apenas da vida pré-existente. E naturalmente para um criacionista isso certamente não é surpresa. A vida, a vida de Deus foi criada para multiplicar-se da sua própria espécie. Isso faz sentido para um criacionista, mas para um evolucionista houve um tempo no passado quando não havia vida alguma. E assim as substâncias químicas de alguma forma se juntaram e produziram coisas vivas. Isso é geralmente chamado de geração espontânea e tem havido alguns sérios problemas na tentativa de fazer um grupo de substâncias químicas criar vida. 

Alguns anos atrás Stanley Miller produziu um famoso experimento – ele juntou materiais simples, um pouco de gás metano, amônia, vapor de água, atingindo-os com uma fagulha elétrica para simular um relâmpago na atmosfera da terra milenar, e apenas algumas semanas tinha aminoácidos, os blocos construtores da proteína. E foi alardeado quase como a criação de vida em um tubo de ensaio e aquilo era o que usava quando mencionava a evolução. Mas deem uma olhada no restante das evidências e havia três falhas com aquele experimento brilhante. Um, ele tinha o material inicial errado. Dois, usou as condições erradas. E três, os resultados foram errados. Fora isso foi um experimento brilhante! 

OBS: A imagem está péssima. Mas dá pra assistir.

Deus não está morto


Sempre fui um crítico das instituições religiosas que fazem um monte de merdas em nome de deus. Não importa se elas são as igrejas católica ou evangélica (pentecostais, neopentecostais, tradicionais). Fez bosta, tem que ser criticada e ter seu erro exposto! 

Entretanto, não vejo isso como uma evidência que descarta a existência de um deus pessoal. Esse é o erro de muitos ateus, que por constatarem que todas, ou quase todas as religiões ou igrejas, são hipócritas e desajustadas, chegam a conclusão precipitada de que o transcendente não existe. 

Porém, como aprendi em minhas leituras e conversas com meu amigo Licenciado em Filosofia, Amadeu Leandro, a questão da existência do divino, é primariamente filosófica, e não científica ou sociológica, como pensam muitos das áreas de ciências e de humanas. Estes ingenuamente ou desonestamente afirmam que deus é uma hipótese ultrapassada. 

Não obstante, o Vince Vitale (Ph.D em Filosofia na Universidade de Oxford, que leciona na Faculdade de Teologia e Religião na Universidade de Oxford; possui Mestrado em Teologia na Universidade de Oxford; foi Professor da Universidade de Princeton) destaca: 

Deus não está morto! Nem perto de estar. Um número de autores populares sugeriram o contrário nos últimos anos, mas estes novos ateus, geralmente, não estão engajados com o corpo de estudos filosóficos atual. [...] Mais recentemente, aproximadamente, nos últimos 50 anos, o que tivemos foi o ressurgimento notável de filósofos profissionais que pensaram longa e arduamente sobre as evidências e chegaram à conclusão de que Deus existe. Deus não está morto. Ele está muito vivo!

Mas você não tem que acreditar em mim, ouça o proeminente filósofo ateu, Quentin Smith. No ano 2000 ele publicou um artigo no qual ele critica seus colegas filósofos ateus por terem perdido tanto espaço para filósofos cristãos. Ele diz: 'Deus não está morto na academia. Ele está vivo em sua última fortaleza acadêmica: os departamentos de filosofia'. 

[...] Aqui em Oxford, Princeton e faculdades de filosofia; Deus não está morto. Deus está tão vivo como sempre esteve.

Evolução vs Deus


Documentário ousado e provocador. Mas desconfio da edição. Acredito que os oponentes do criacionismo poderiam fazer a mesma coisa, com toda a "força" argumentativa que esse vídeo traz. Entretanto, me coloco ao lado do apresentador do vídeo, quanto a ser cético em relação a teoria neo-darwinista. Acho que um dos motivos que me impendem de aceitá-la é o dogmatismo com quê a mesma é defendida por alguns. 

Peter Berger, Ph.D em Sociologia, que ensinou nas Universidades Rutgers, de Boston, da Geórgia e da Carolina do Norte. É Doutor Honoris Causa pela Universidades Loyola, Notre Dame, Wagner College, Genebra e Munique, e Anton Zijderveld, Ph.D em Filosofia na Universidade Erasmus de Rotterdam, formado em Sociologia na Universidade de Leiden. Foi professor de Sociologia nas universidades de Montreal e de Munique, atestam isso:

Darwin é, para muitos ateus, uma espécie de profeta semirreligioso, o fundador de uma doutrina chamada darwinismo. (Em favor da dúvida. Editora: Campus, 2012. P. 97).

Do outro lado, os criacionistas, são especialistas em encontrar defeitos na evolução; o que é relativamente fácil você encontrar defeitos em quase toda teoria (ou todas). O difícil são eles harmonizarem a interpretação que tem das escrituras com os dados da natureza.

A Liga: Crack


O Estado com a sua ineficiência não consegue lidar com esse grande problema de saúde pública que acomete uma pequena porcentagem da população brasileira. Corrupção e falta de vontade grassam nos governos do nosso país. O trágico resultado, são inúmeras pessoas desamparadas e sem nenhum rumo ou propósito em suas vidas. 

Dependem de instituições religiosas que honram o seu discurso de amor ao próximo, e de outras instituições e pessoas caridosas. 

A Liga é um dos poucos programas que valem a pena assistir na TV aberta.

Conexão Repórter: O Lado B das Baladas (07/03/13)


DISCRIMINAÇÃO e PRECONCEITO nas boates paulistanas. 

Uma gordinha querendo pagar pra entrar, não consegue, pois não está dentro dos "altos" padrões de beleza que as boates exigem.

Uma loira linda e gostosa consegue entrar em qualquer boate, sem pagar, devido aos seus atributos físicos. Os responsáveis ou seguranças lhe concedem a senha de entrada sem nenhum protocolo e questionamento.

Dementes: O Matador de Gays, Colin Ireland


Nesse documentário da Discovery Networks, Louis Schelensinger, Psicólogo Forense, diz:

"A maioria dos assassinos em série que matam homens, geralmente é gay. A maioria dos assassinos em série heterossexuais matam mulheres. Num caso como este, o próprio Ireland, poderia ser homossexual ou ter uma tendência homossexual muito forte, mas não conseguia aceitar esse fato. Ele não quer aceitar isso. Então acaba odiando uma parte da sua personalidade; ao matar esses homens, ele estaria afirmando a si mesmo que não é gay e que não faz parte da personalidade dele".

Parece que os grandes inimigos dos homossexuais, são eles mesmos. A comunidade gay vive dizendo que os homofóbicos (embora, muitas vezes, eles e a mídia distorçam o termo) são gays enrustidos. Se este for caso, só mostra que eles é que não se entendem. Ou seja: gays que não saíram do armário matando gays assumidos. 

Conclusão: Não são os heterossexuais os mais "homofóbicos", e sim, os próprios gays enrustidos que não aceitam a sua condição.

A Ciência da Violência



Esse documentário produzido no ano 2000, mostra pequisas científicas de que a bioquímica presente em nosso cérebro tem um papel importante em nossas atitudes violentas. Uma mistura de determinismo biológico e meio ambiente são os causadores dessas ações, nos dizem os pesquisadores do vídeo.

Não obstante, as implicações éticas e morais que podem advir dessas descobertas podem ser chocantes! Pois, até que ponto, podemos responsabilizar as pessoas por suas atitudes e feitos, se estas já estiverem determinadas geneticamente à agir daquela forma? 

Ainda bem que por mais que certos comportamentos prejudiciais a sociedade possam ser devidos a uma certa deficiência neuroquímica no cérebro de quem os pratica; esses mesmos especialistas não negam (ou parecem não negar) que estas pessoas devem ser responsabilizadas de alguma forma.

O que faz com que os homens sejam nove vezes mais letais que as mulheres?

Essa é uma pergunta que o documentário faz, mas não responde! Contundo, é um fato que nós homens estamos muito a frente das mulheres nesse quesito. Além de sermos muito mais propensos ao suicídio, como o documentário informa. Somos campeões em fazer MERDA. 

O Momento da Morte



Documentário intrigante e instigante da National Geografhic! O que define a morte? Quais os critérios para se determinar a morte de uma pessoa? E o que dizer das Experiências de Quase-Morte (EQM)? A Pesquisadora Mary Roach diz:

Há duas formas de interpretar uma experiência de quase-morte, duas explicações diferentes. Ou é produto de um cérebro moribundo ou de falta de oxigênio, o que é uma coisa puramente física, orgânica, ou abandonamos nosso corpo e vamos para uma outra dimensão. 

Qual explicação se encaixa melhor nas evidências disponíveis? A primeira ou a segunda?

O Prof. Dr. Sam Parnia da Escola de Medicina, da Universidade de Southhampton, diz:

Um dos fatores interessantes nesta experiência [de quase-morte] é que é muito universal. 

Os múltiplos depoimentos de pessoas que passaram pela EQM, parece sugerir que a vida mental não termina quando a vida física se extingue.

domingo, 4 de outubro de 2015

Conexão Repórter: Festas Proibidas (15/03/15)


Não precisa nem ser piolho de festa pra saber o que se passa nas baladas raves e outros tipos de farras. As drogas correm soltas. E nesse Conexão Repórter, Roberto Cabrini descortina esse lado “sombrio” da diversão dos jovens baladeiros.

O fio condutor do programa é a morte de um jovem de 20 anos morto por overdose de cocaína, droga essa comprada e consumida numa festa rave, em uma cidade de Pernambuco. Os pais do garoto, logicamente estão inconformados com a partida precoce de seu filho, e assim, a mãe chega a culpar até mesmo os amigos que foram com ele para a balada.

O que fica patente é o descaso das autoridades competentes (melhor dizendo, incompetentes), diante do tráfico de drogas ilícitas que são comercializadas livremente nesses locais.

O ser humano é bicho inconformado com o que já tem. Pois não basta consumir o álcool, que já é uma droga, é preciso ter novas experiências e sensações, mesmo que tragam perigos que possam lhes causar uma viagem sem volta. 

Repórter Record Investigação: Vovós do Sexo


Na zona portuária de Santos, ainda vivem e trabalham as prostitutas que fizeram parte do auge da prostituição nessa cidade década 1960. Hoje são velhinhas, mas ainda dão no coro, e elas garantem que ainda fazem o pinto de muitos homens felizes. Santos era considerada a capital brasileira da putaria, por causa das várias casas de prazer que a cidade abrigava, por causa do porto, onde circulava diariamente muitos marinheiros, vindos de vários países. A decadência veio, devido à tecnologia disponível que tornava desnecessária a estadia dos potenciais clientes por vários dias no porto.

Como a putaria nunca para, ainda hoje, a prostituição come no mêi das canela na cidade, e as velhinhas caquéticas continuam abrindo suas pernas para a gozada alheia. Na maioria, clientes idosos. Uma dessas garotas, ops, quer dizer, velhinhas de programa, tem 70 anos! É muita coragem do camarada pegar uma senhora dessas! Rsrsrs.

Deus Existe? Christopher Hitchens X Willian Lane Craig


Debate sobre a Existência de Deus realizado em 2009, na Universidade Biola, EUA.  Do lado teísta, Willian Lane Craig (Ph.D em Filosofia pela Universidade de Birminghan, na Inglaterra, membro de nove Sociedades Acadêmicas, dentre as quais estão a Associação Filosófica Americana, Sociedade Americana de Religião e o Instituto de Filosofia da Universidade de Louvain, na Bélgica) e do lado oposto, Christopher Hitchens (premiado Jornalista, Escritor e Crítico Literário; considerado pelas revista americana Foreign Policy e revista  britânica Prospect como um dos 100 maiores intelectuais populares).

O primeiro debatedor, como de costume apresentou os seus repetidos argumentos a favor da Existência de Deus e do Cristianismo. Basicamente 5 argumentos foram listados, que na opinião do Craig, dão um suporte robusto em favor de sua posição. Os argumentos propostos foram:

1 - O Argumento Cosmológico;
2 – O Argumento Teleológico;
3 – O Argumento Moral;
4 – O Argumento da Ressurreição;
5 – O Argumento da Experiência Imediata de Deus.

O segundo debatedor, de maneira despretensiosa, enfatizou a vontade do crente em querer acreditar num ditador celestial; listou os vários episódios em que a crença religiosa desempenhou um papel sombrio e vergonhoso ao longo da história; disse que a Evolução das Espécies destronou a ideia de um Deus pessoal; discordou do Craig contrapondo a ideia de sintonia fina no Universo; e que a Biologia e Astronomia ainda estão no berço do conhecimento e, que, portanto, é muito cedo para tirarmos conclusões apressadas em favor de uma divindade que criou o cosmos.

Quem se saiu melhor no debate? O Craig com certeza foi o melhor debatedor nesse dia. Ele parecia uma metralhadora disparando brilhantemente seus argumentos a favor do teísmo. Sua ampla formação filosófica e teológica lhes colocaram bem à frente nesse diálogo. Até mesmo o blogueiro ateu, Luke Muehlhauser, na sua pequena resenha sobre esse debate, reconhece o brilhantismo do Craig:

Ele é a perfeição absoluta desempenhada num debate. É uma coisa boa, nós termos os seus vídeos, porque os debatedores sobre qualquer assunto devem estudá-lo como os atores estudam [Marlon] Brando. [...] é um grande filósofo analítico. [1]

Num determinado ponto do debate o Craig diz:

“[...] Eu acho que é bastante evidente, que no debate hoje à noite, não ouvimos boas razões para acreditar que o que é normalmente chamado de ateísmo é verdadeiro, isto é, a crença de que Deus não existe. O Sr. Hitchens suspende a crença em Deus, mas ele é incapaz de nos dar qualquer argumento para pensar que Deus não existe, que é o que é chamado de ateísmo positivo.

Mostrar o lado ruim de certas crenças e atitudes perpetradas pelos religiosos não diz nada contra a existência ou não de um Deus pessoal. Escancarar a tolice das várias crendices existentes nesse mundão, não é argumento para bater o martelo e dizer: Deus não existe. É um salto epistemológico injustificado fazer tal coisa. Embora o Hitchens entre em contradição quando concorda com o Craig, quando este diz que não se pode avaliar a veracidade de uma visão de mundo argumentando sobre o seu impacto cultural e social. Mas é exatamente isso que o Hitchens faz em seus debates, e nesse não foi diferente.

Vale salientar, que não concordo com o Craig em alguns pontos. Mas é óbvio que ele nesse debate, como em tantos outros, se saiu bem melhor. Mas positivando pelo menos uma vez o Hitchens nessa postagem, ele cita uma história chocante de uma mulher e seus filhos:

No nosso debate [com Douglas Wilson] em Dallas, outro dia eu mencionei o caso de Fraulein Fritzl, a austríaca que ficou presa em um calabouço por seu por seu pai, por um quarto de século e estuprada incestuosamente e torturada e mantida no escuro com seus filhos por 25 anos, e eu pensei, eu pedia as pessoas para imaginar como ela deve ter suplicado a Deus, como ela deve ter implorado a ele, e como as crianças devem ter feito o mesmo, e como devem ter orado, e como eles devem ter orado e essas orações não foram respondidas.

Certamente o problema do mal e do sofrimento não é incompatível com a existência de Deus do ponto de vista lógico, como o Craig disserta no debate. É um problema emocional, mas em minha opinião, também é um problema teológico, e bem difícil de conciliarmos com o Deus bíblico, que diz ser misericordioso e que escuta as orações dos seus filhos. Vai ver que só escuta mesmo, e nada mais. É muita, muita, muita e muita fé, acreditar que houve um significado, propósito e sentido durante esses 25 anos.

O Craig um pouco antes dessa fala do Hitchens, diz:

[...] eu acho que a Confissão de Fé de Westminster acerta quando diz que o propósito da existência humana é glorificar a Deus e desfrutar Dele para sempre. Deus é a realização da existência humana.

Como isso se aplicaria a essa mulher e seus filhos? Como isso se aplica aos bilhões de pessoas que só tiveram uma vida desgraçada em sua breve jornada nesse mundo?  Os exemplos de vidas infelizes se avolumam, diante do silêncio dos céus. Quando ouviu essa história dita pelo Hitchens, Douglas Wilson respondeu:

Deus vai cancelar tudo isso e todas essas lágrimas secarão.

Será que o melhor caminho é nos resignarmos, e repetirmos o que ele disse? 

Aqui está o link de uma resenha muito mais destrinchada do debate. Um ateu tecendo suas considerações sobre os argumentos propostos.


REFERÊNCIAS:

1 - http://commonsenseatheism.com/?p=1230 – Acesso em: 04/10/15.