Quando os tratamentos convencionais, não trazem os resultados esperados, é hora de buscar ajuda na medicina milenar, nos procedimentos heterodoxos, na sabedoria dos monges, na ciência popular. Esse pelo menos é o pensamento de muitos, que vão atrás da resolução de seus problemas de saúde, quando os remédios alopáticos deixam a desejar.
Tabu: Medicina Alternativa vem trazer as histórias de várias pessoas que foram em busca de tratamentos não validados pela medicina acadêmico-científica. Mas apesar de sua falta de comprovação pelos rígidos métodos dos laboratórios de ciências, os métodos alternativos, ainda são muito populares e vistos como possibilidades viáveis, na cura das doenças e vícios que acometem as pessoas que os buscam.
Dois ingleses, um homem e uma mulher, viciados em heroína, resolvem acabar, depois de muitos anos de vícios e vidas destruídas pela droga, com a dependência do entorpecente. Vão até a Tailândia, num mosteiro budista, especializado em arrancar em poucos dias o vício das drogas, através de um severo tratamentos com nove ervas misturadas. Eles esperam se livrar de uma vez por todas do inferno em que se encontram.
Surpreendentemente, nesse lugar sagrado, a taxa de sucesso das pessoas que largam de uma vez por todas o vício das drogas é de 70%. Uma porcentagem alta e que valida a maneira radical com que os monges combatem as drogas. E ainda com o adicional de que o tratamento é gratuito.
Na cidade se Hyderabad, na Índia, 500 mil pessoas estão em busca da cura da asma. O medicamento deve ser ingerido com um pequeno peixe vivo, que deve ser engolido ainda com vida. Há mais de 150 anos, milhões de pessoas são tratadas assim, nesse país. A mãe de uma criança com asma leva o seu filho, para engolir o tal remédio com o peixe. A criança, dias depois, tem uma melhora significativa. O efeito placebo explica a "cura" do garoto? Para os acadêmicos, sim.
No Peru, um curandeiro sob a influência de tradições incas e cristãs, trabalha na cura daqueles que vem procurar os seus poderes, mediante ervas e sacrifícios de porquinhos da índia. Um jovem que durante muitos anos de sua vida, carregou muito peso, agora se encontra com discos lombares que lhes causam dores terríveis. Ele vai tentar se curar com esse xamã. Se submeterá ao ritual, onde o porquinho será dilacerado e os órgãos deste serão uma espécie de tomografia do que se passa em seu corpo.
Ainda no Peru, numa barraca se vende suco de rã triturada no liquidificador. Quem o faz, garante que essa bebida cura qualquer doença. A rã é morta e sua pele é retirada, logo em seguida é fervida. Assim estará pronta para ser esfacelada no liquidificador, com uma erva dos andes. Muitos peruanos tomam, e juram que a bebida faz efeito. Até tornar as mulheres férteis, esse suco exótico consegue, segundo eles.
Quando os caminhos normais não nos servem, vamos por outros incomuns, por mais que sejam estranhos e irracionais. As vezes o desespero é tão presente e intenso, que pensamos: por que não tentar? Mesmo tendo ciência de que inexiste comprovação científica nessas abordagens terapêuticas extravagantes, para muitas pessoas desesperançosas, a aflição que uma doença/deficiência, vontade ou desejo acarreta, fala mais alto. E assim, qualquer ajuda é válida.
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