quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Documentários Vistos

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As imagens fantásticas e exuberantes do oceano com toda a sua biodiversidade revelam o preciosismo com que esse trabalho foi feito. Os diretores estão de parabéns por produzirem um documentário com momentos raros de se vê na imensidão do mar. Acho que nunca assisti algo tão incrível sobre a vida marinha. O vídeo praticamente não tem fala, visto que as raras e impressionantes imagens que ele trás dispensam qualquer narrativa. Acredito que muitas espécies que os mergulhadores filmaram, nunca tinham sido vistas. 

A imagem pode conter: atividades ao ar livre

Um belo, porém cansativo documentário mostrando a exuberância e beleza dos flamingos da Tanzânia, na África. Umas das mais charmosas aves existentes na natureza. 

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A África encanta com a sua exuberante natureza e vida selvagem. Nota 10 para esse documentário. Mesmo tendo visto dezenas de produções sobre a vida animal desse vasto território, nunca é demais assistir mais um novo filme sobre esse cenário de tão grande beleza. 

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Mostra uma enorme variedade de predadores marinhos, mas faltou o mais importante: Exibi-los caçando e dilacerando suas vítimas.

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Lindo documentário com lindas e estonteantes imagens do oceano com toda sua biodiversidade de peixes, corais, algas, lulas e etc. Que assim continue!

Livros Lidos


Escrito pelo John Lennox, Professor de Matemática e Filosofia da Ciência na Universidade de Oxford, na Inglaterra. Ele escreve:

"Quanto mais aprendemos sobre o nosso Universo, mais credibilidade ganha a hipótese de que existe um Deus Criador — que projetou o Universo com um objetivo — como a melhor explicação do porquê estamos aqui."


Ghillean Prance, Botânico, ex-Diretor dos Jardins de kew. É membro da Royal Society.

"Acredito há muitos anos que Deus é o grande arquiteto por trás de toda natureza [...]. Todos os meus estudos científicos a partir daquele tempo confirmaram minha fé. Considero a Bíblia como minha principal fonte de autoridade."

John Houghton, Diretor do Serviço Meteorológico Britânico, é Co-Presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas e Diretor da Organização John Ray. É membro da Royal Society. Foi Professor de Física Atmosférica na Universidade de Oxford.


"Nossa ciência é a ciência de Deus. Ele é responsável por toda história científica [...]. A notável ordem, consistência, confiabilidade e a fascinante complexidade presentes na descrição do Universo, refletem a ordem, consistência, confiabilidade e complexidade de Deus."   


O autor é Doutor Honorário em Leis na Simon Greenleaf School of Law e Mestre em Filosofia pela Universidade de Loyola, EUA. Ele escreve:

“Não podemos dar às nossas convicções religiosas uma posição privilegiada que seja fechada à investigação racional, ou então temos de relegar nossas crenças ao âmbito das opiniões particulares e preferencias pessoais. A menos que possamos indicar evidencias fora de nós mesmos, evidências acessíveis a todos, não temos razão para dizer que nossas crenças são verdades para nós e para os outros”. P. 144.

“Nossa fé [deve] estar aberta à investigação. Não [...] [ devemos colocar] a verdade religiosa numa posição privilegiada, imune às investigações racionais”. P. 158.

Não sei se esse autor leva à risca essa declaração (não são raras às vezes que nossos discursos não condizem com a nossa conduta). No entanto, essa sobriedade é o que falta a maioria dos crentes. Embora estudiosos tenham demostrando a razoabilidade da ressurreição de Cristo. Esta, ainda é passível de dúvidas. Ou seja: Essa história, pode ser apenas uma estória! Pode ser o maior embuste da história. Mas muitos “cristãos” nem pensam ou fingem não pensar nessa terrível possibilidade. Preferem guardar a sua crença no alto de uma montanha intocável e livre de críticas.





Mais um livro concluído sobre a obra literária mais importante produzida pela humanidade. O bom e velho livro. É notório como a crítica textual garante que 99% do texto original foi preservado. Visto que existem cerca 77 mil manuscritos do Antigo Testamento e mais 25 mil manuscritos do Novo Testamento. O que possibilita reconstruir o texto de forma integral! Um acréscimo: O conhecido Teólogo Bart Erhman discorda, e ele garante que vários especialistas estão com ele

A questão não é saber se o texto que temos hoje é o mesmo de 2000 anos. Mas saber se o mesmo é verdadeiro em suas declarações metafísicas.


BOA, Kenneth D; BOWMAN, Robert. 20 Evidências de que Deus existe. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. 

A obra tem suas falhas argumentativas em alguns momentos, entretanto, tem os seus méritos. O naturalista realmente falha em argumentar contra o teísmo. Os autores não são homens de palha. 

Um dos autores, o kenneth D. Boa, é Ph.D em Filosofia pela Universidade de Nova York, Ph.D em Filologia pela Universidade de Oxford e Bacharel em Ciências pelo Instituto de Tecnologia Case, ele juntamente com o Teólogo Bowman escreve:

“Se alguém não quiser crer em Deus, não haverá quantidade de provas que o force a aceitar a existência de Deus como fato”. P. 6.


A obra cita o famoso apologista cristão Willian Lane Craig (Ph.D em Filosofia pela Universidade de Birminghan, na Inglaterra, membro de nove Sociedades Acadêmicas, dentre as quais estão a Associação Filosófica Americana, Sociedade Americana de Religião e o Instituto de Filosofia da Universidade de Louvain, na Bélgica), que diz:

"Por mais surpreendente que seja, a resposta mais plausível à pergunta do porquê existe algo em vez de nada é que Deus existe." P. 38.

Os autores declaram:

"O mundo nem sempre existiu. Hoje, as evidências cientificas convenceram a vasta maioria dos cientistas que pesquisam e estudam a questão que o universo nem sempre existiu...eles percebem que o universo teve um começo, então a inferência racional e talvez inevitável é que tem um agente que iniciou o processo. [...] Por que existe algo – um algo que nos inclui – em vez de nada? A resposta do teístas é que Alguém que sempre existiu, cuja a existência não é de forma alguma e em sentido algum dependente de qualquer ser ou coisa, trouxe tudo o mais a existência. Esse Alguém é comumente chamado, de Deus. [...] Percebemos que a existência de Deus é a melhor explicação para a nossa existência." P. 34, 38, 39. 

Stanley L. Jaki (Ph.D em Física pela Fordham University, com Pós-Doutorado em Filosofia da Ciência na Universidade de Stanford e de Princeton, EUA. Foi Professor de Física na Universidade de Seton Hall, New Jersey. Também foi Professor da Universidade de Oxford, Inglaterra) é conclamado a falar:

"A pesquisa científica só encontrou terreno fértil para desenvolver-se quando a fé em um criador pessoal e racional conseguiu penetrar totalmente em uma cultura inteira, começando com os séculos da Idade Média Alta. Foi essa fé que forneceu, em medida suficiente, crença na racionalidade do universo, confiança no progresso e avaliação no método quantitativo – todos esses indispensáveis à pesquisa científica.

A multiplicidade e permanência das religiões ao longo da história humana confirmam a natureza incorrigivelmente religiosa e espiritual dos seres humanos. Em qualquer continente, em qualquer século, as pessoas reconhecem que precisam de Deus. A universalidade persistente do desejo de ligar-se a alguma realidade transcendente, a algum poder divino além do material [...] é atestada em todas as grandes religiões do mundo." P. 196. 


Como é de praxe, livros criacionistas geralmente deixam a desejar em estabelecer uma teoria cientifica em lugar da evolução. Não obstante, essa obra tem alguns pontos e objeções interessantes que ainda são válidas contra a teoria neodarwinista. Talvez o livro seja tão limitado, por ter sido escrito em nível básico. No entanto, o Edgar E. Andrews, é um cientista com pomposas credenciais acadêmicas; ele possui um Ph.D em Ciências de Materiais, é Professor de Materiais da Universidade de Londres, foi Reitor da Faculdade de Engenharia no Queen Mary College. É uma autoridade internacional em Ciência Macromolecular. A sua conclusão sobre a teoria da evolução é esta:

"Em termos científicos, a evolução não é uma boa teoria. Trata-se de uma teoria muito débil, pois é difícil de testar e provar". 

"Uma teoria equivale a uma idéia exposta para explicar fenômenos que são vistos ou observados. A teoria da evolução é uma idéia que procura explicar a grande quantidade de coisas vivas presentes na terra. É relativamente fácil conceber uma teoria para explicar certos fenômenos. É muito mais difícil descobrir se aquela explicação é correta!" 

"A teoria [da evolução] não tem um bom desempenho quando testada contra experiências especiais, porque nenhum experimento jamais mostrou que o processo de evolução acontece realmente... A teoria é frequentemente vaga e obscura, por exemplo, quando se pergunta como exatamente uma criatura supostamente evoluiu ou mudou para uma outra. Não consegue dar respostas claras, nem mesmo boas estimativas". 

"Assim a idéia de evolução, que todas as coisas vivas apareceram por acaso, de uma forma acidental de vida, não demonstra um bom desempenho nos testes que os cientistas usualmente estabelecem para a validade de dada teoria". P. 37-38.


Noutra ocasião ele declara:

"Deus opera todo o tempo em tudo o que acontece neste mundo maravilhoso e cheio de mistérios. Todas as leis da ciência, que descrevem o modo pelo qual os fenômenos acontecem em nossos próprios corpos e no mundo ao nosso redor, são controlados por Deus." 

Coréia do Norte

SBT Brasil: Coréia do Norte


Série de reportagens do SBT expondo a MERDA que é se viver na Coréia do Norte.  Lixo de país. Governado por mentes doentias e psicopatas. Uma OPRESSÃO e ALIENAÇÃO sobre a sociedade que assusta qualquer pessoa de mente sã. 

A jornalista, Ana Paula Padrão, resume muito bem a situação da população norte-coreana:“O que move o povo coreano é justamente o conformismo da ignorância”.


Horrível e realista constatação. É de dar muita pena do povo que vive nessa BOSTA de nação.


Coréia do Norte: Toda a Verdade




Isso não é um país. É uma ANOMALIA histórico-geográfica que vem se arrastando há décadas, e tristemente parece que não existem indícios de que alguma mudança ocorra que venha beneficiar a sofrida e oprimida população desse LIXO de ditadura socialista.

Nesse documentário, um grupo de turistas franceses fazem um tour pela Coréia do Norte, e presenciam de perto o quanto esse país é estranho, bizarro e esquizofrênico. Não há regime mais estarrecedor e cruel que o norte-coreano. Tudo é encenação e falso.

Mentiras e falsas histórias sobre a guerra da Coréia na década de 1950 são roboticamente contadas pelos guias turísticos nos museus da capital do país, Pyongyang, para tentar idiotizar quem tem a coragem de visitar esse lugar. E aí do turista que contestar a explicação oficial do país. Como a Coréia do Norte não tem amizade com as outras nações, o perigo é muito alto, de a pessoa ficar presa por lá mesmo. A diplomacia estrangeira nada, ou quase nada, poderá fazer. Bom, vai quem quer visitar essa droga de país. Sabem dos riscos, né?!

BBC na Coréia do Norte



Uma excelente reportagem de quase trinta minutos da BBC de Londres, denunciando o regime ultrassecreto da Coréia do Norte.

Sinto muita, muita, muita pena da pobre e degradante população desse país. Chegam a níveis exorbitantes a LAVAGEM CEREBRAL nessa nação.


Quem é o louco que dirá que a capitalista Coréia do Sul é um lugar pior para se viver que a sua vizinha do norte?!  Pior que tem um monte de maluco fumador de maconha estragada que pensa assim.


Coréia do Norte: O Preço da Liberdade




Outro importante e informativo documentário falando sobre o inferno que é o país conhecido por Coréia do Norte. Dessa vez, os documentaristas focam nas pessoas que conseguiram ou tentaram fugir do país. Infelizmente muitas não conseguem, e sua situação quando presas só tende a piorar.

Os norte-coreanos tentam atravessar um determinado rio na fronteira com a China. No entanto, o governo chinês é quase tão nojento quanto o governo da Coréia do Norte - quando a polícia chinesa descobre os refugiados, deporta-os de volta para a Coréia.

O objetivo desses refugiados é ir para a vizinha Coréia do Sul. Mas poucos conseguem chegar até lá. Muitos depois de uma longa e estafante jornada, não conseguem se inserir no novo mundo que lhes espera.

“Quando os norte-coreanos chegam ao Sul, o Estado lhes enviam a um centro de ensino para que aprendam a viver o dia a dia no Sul. Mas os refugiados não têm facilidade na hora de se adaptar à uma sociedade individualista e ocidentalizada. Muitos caem em depressão, alguns inclusive cometem suicídio. Se sentem livres, mas desenraizados”. 

Coréia do Norte: Zonas de Guerra



Fechando essa maratona de documentários que mostram um pouco do que é a Coréia do Norte, temos esse vídeo da NatGeo, que enviou um dos seus apresentadores para fazer um tour de 21 dias no país mais ESTRANHO, BIZARRO e MEDONHO do planeta.

De maneira bastante irônica, sarcástica e debochada o correspondente francês da NatGeo, Diego Buñuel, faz perguntas bem embaraçosas aos seus guias turísticos norte-coreanos. Também mostra as contradições do regime, onde uma ínfima elite detém privilégios que a grande massa de norte-coreanos (95%, creio eu) não tem. Mas como pode isso, se eles vivem num regime socialista?! O guia diz que isso acontecerá quando eles passarem para o sistema comunista, visto que ainda estão num momento de transição (o socialismo).


O mais espantoso foi saber que na capital existem 3 igrejas católicas, onde Buñuel foi assistir uma missa que durou apenas 20 minutos. Sim, sim, uma igreja com ícones cristãos e tudo mais. E surpreendentemente os membros de lá juraram de pés juntos que na Coréia você pode acreditar em qualquer deus. Enfim, não sei até onde isso não é mais uma marmelada desse sistema político tão louco e esquizofrênico vigente na Coréia.

Primeira e Segunda Guerra Mundial, Nazismo e Comunismo

Primeira Guerra Mundial: O Fim de Uma Era


Depois de assistir tantos documentários sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), assisto ao primeiro vídeo sobre a Primeira Grande Guerra (1914-1918). Excelente documentário que conta em detalhes os motivos, batalhas e carnificinas desse terrível episódio da história humana. Alemães, austro-húngaros e turco-otomanos de um lado, contra os britânicos, franceses, russos, belgas e americanos do lado oposto. É claro que outras nações participaram do embate, aonde o resultado logicamente acabou numa Europa arrasada e entregue a um monte de entulhos e corpos mortos. 


“Juntamente com tantos soldados mortos, desapareceram séculos de esperança nas possibilidades da inteligência, gentileza e grandeza humanas. Os alemães, austro-húngaros, otomanos e impérios russos terminaram seus dias no centro da Europa. E o império britânico foi fatalmente ferido. A inocência americana ficara no passado. O que fora perdido em arte, tesouros, saúde, gênio e alegria, jamais seria recuperado. Assim como as lágrimas daqueles que esperaram para sempre pela volta dos 22 milhões que dormem sob um mundo destruído. Essas feridas não têm cura. E 21 anos depois a carnificina começaria novamente”.

As ideias iluministas de progresso humano linear e ininterrupto da razão e progressos humanos começavam a se mostrar concretamente e a olhos nus numa utopia completa. Além dos 22 milhões de mortos, somem-se a isso, os milhões de sobreviventes mutilados física e psicologicamente. Que o futuro não reserve a nossa e as gerações seguintes algo desse tipo. 


O Brasil na Segunda Guerra Mundial


Uma excelente explicação sobre o envolvimento do Brasil na Segunda Guerra Mundial, feita pelo Dennison de Oliveira, Professor de História da Universidade do Paraná. Neste documentário, ele dá uma excepcional aula sobre os principais fatores que fizeram o então Presidente Getúlio Vargas a apoiar o eixo contra os nazistas. 


Baseado em seus dois livros, Os Soldados Alemães de Vargas e Os Soldados Brasileiros de Hitler, ele nos traz curiosos fatos sobre a participação desses soldados nos lados opostos da guerra contra os seus compatriotas. 

Alemães morando no Brasil para mostrarem solidariedade ao povo que os acolheu foram forçados a entrar na guerra contra Hitler. E de forma semelhante, brasileiros residentes na Alemanha tiveram que lutar a favor do nazismo.

Ironicamente os grandes heróis das tropas brasileiras na guerra foram os alemães. Os soldados brasileiros sobreviventes que lutaram com Hitler, que conseguiram voltar para o Brasil escondem até hoje a sua condição de “traidores” da pátria, por temerem represálias tanto internas como internacionais. 

Em Nome da Raça e da Ciência


A macabra ciência nazista é o tema dessa recente produção sobre mais uma faceta do nazismo alemão. O médico August Hirt solicitou ao campo de concentração de Auschwitz, dezenas de judeus saudáveis para que estes fizessem parte da coleção de corpos da recém-inaugurada Universidade de Estrasburgo.

Hirt pensava que em breve todos os judeus iriam desaparecer da face da terra devido à “solução final” para os judeus estar a pleno vapor a mando de Hitler e seus comparsas. Portanto, em nome da “ciência”, alguns corpos deveriam ser preservados e estudados para que a prova científica e cabal de que os alemães eram a raça superior fosse concretizada.

Logo após o final da guerra, com a Alemanha derrotada, esse médico FDP deu um tiro na sua cabeça. Ele mesmo foi o juiz de seus atos hediondos.

Fazendo as considerações finais do vídeo, Yves Ternon (Ph.D em História na Universidade de Paris IV), diz:

“[...] foi construída na Alemanha a ideologia mais absolutamente maléfica, e a palavra ‘maléfica’ é clara, na história da humanidade. Pode-se se discutir sobre alguns sistemas totalitários, onde há, aparentemente, boas ideias, ideias generosas, mas o nacional-socialismo é absolutamente maléfico, absolutamente destruidor”. 

Stalin e Hitler: Rivais Idênticos


Assistindo a esse antigo documentário, fica difícil dizer quem foi o mais cruel e tirânico. Talvez numa análise superficial e ingênua, possa-se concluir que Stalin ainda foi mais perverso que o líder nazista. Stalin escravizou, torturou e assassinou o seu próprio povo, algo que Hitler “não fez”. Enquanto Hitler matou apenas um de seus aliados, Stalin mandou matar centenas dos seus, e ainda, fazia questão de comparecer aos seus velórios. 

De qualquer forma, Stalin ainda hoje é visto por muitos russos como um herói da nação, que tirou o seu país da miséria. Só parecem esquecer dos milhões de camponeses pobres que ele matou. A frase do ditador russo “1 morte é uma tragédia, a morte de 1 milhão é uma estatística”, talvez seja uma verdade para aqueles que o exaltam. 

Stalin morreu depois de 12 longas horas de sofrimento causado por um derrame. Dá pra ter pena e compaixão?! Não, não dá. 

O Mundo Perdido do Comunismo: O Paraíso Socialista


A BBC traz imagens e vídeos inéditos sobre a vida e o cotidiano dos alemães do pós Segunda Guerra Mundial (1939-1945), no lado oriental da Alemanha, controlada pela URSS. Não é nenhuma novidade saber de antemão, que a vida da grande maioria deles era uma grande MERDA. Não havia liberdade de expressão e nem democracia. Se antes a figura sinistra de Adolf Hitler era reverenciada, agora, outra figura do mal, Josef Stalin, era o idolatrado da vez. Não por espontânea vontade, mas simplesmente, por mera conveniência e instinto de sobrevivência.

Muito alemães fugiram para a banda ocidental, controlada pelos “demoníacos” e “opressores” capitalistas. Bom, que este sistema, não raras vezes, oprime e traz grandes desigualdades sociais, é verdade. Mas por que será que os alemães ficaram tão felizes e num baita frisson, quando o Muro de Berlim caiu?

Muitos comunistas/socialistas fanáticos dirão que esse documentário é uma grande farsa, visto que foi produzido pela BBC de Londres. Empresa disposta a falsear a “verdadeira” história, por ser um canal de um país capitalista extremamente associado ao maior dos opressores, os EUA.

Segunda Guerra Mundial: A Alemanha do Pós-Guerra


Uma Alemanha totalmente em destroços vai aos poucos sendo reerguida pelos seus cidadãos derrotados e humilhados pelos EUA, URSS e aliados. Muita destruição, fome, e quase que total dependência dos países que a derrotaram para que pudesse voltar a ser uma nação soberana novamente.

Uma Alemanha agora dividida, onde o lado soviético é bem mais atrasado na reconstrução de suas casas, prédios e fábricas, devido a um sentimento de compensação que os alemães deviam pagar aos comunistas por terem invadidos suas terras na guerra recém acabada. Toneladas de entulhos foram levados para URSS para reconstruir seus territórios devastados pelos alemães nazistas.

Na parte ocidental, os EUA “ajudou” a Alemanha e a Europa com o “Plano Marshall”, enviando recursos financeiros, alimentos, roupas e o que fosse necessário para que a Europa não fosse um “fardo” para a próspera América do Norte. Muitos veem nessa atitude estadunidense, uma certa forma de bondade e caridade para com os alemães e europeus destruídos. Não vejo assim. Vantagens para EUA adviriam daí. Não obstante, a Europa ocidental se recuperou bem mais rápido que os países “escravizados” pela URSS.

O Apocalipse Nazista

De Adolf a Hitler: Redescobrindo a Segunda Guerra


Esse extraordinário documentário traz imagens e fotos raras e coloridas da Alemanha durante os anos que antecederam a chegada de Hitler ao poder. As nuanças políticas, econômicas e sociais são trabalhadas para tentar entender o contexto pelo qual a Alemanha estava passando naqueles turbulentos anos após a primeira guerra mundial, que deixou a Alemanha endividada e passando por inúmeros problemas estruturais. 

A ironia que o vídeo revela é a possibilidade de Hitler ter sido um judeu. 

“A grande dúvida é: Hitler teria sangue judeu? Um dos segredos mais bem guardados do regime nazista, é que Hitler não tinha como provar o contrário. Ele não sabia quem era um dos avós. A identidade de seu avô paterno é desconhecida. [...] Segundo a lei nazista, Hitler não corresponderia ao chamado critério de proteção do sangue imposto pelos alemães. Para alguém não ser perseguido, deveria provar que nenhum dos quatro avós era judeu. Hitler não podia comprovar que não era judeu, segundo os termos nazistas”.

O documentário mostra imagens de um discurso de Hitler, em que ele diz:

“O jovem alemão deve ser magro, ter pernas longas, e ser rápido como uma lebre, forte como um touro e resistente como um aço!”

Esse FDP nem correspondia a esses critérios. Ele mesmo quando jovem estaria EXCLUÍDO dessas características que ele impõe aos jovens alemães. Mas é claro, era uma declaração que não tinha validade retroativa, pelo menos para ele. Usando uma expressão que eu aprendi quando criança: 

Esse Hitler era um GALADO mesmo.

O Fuhrer: A Ascensão de Hitler


Me pergunto como os alemães se deixaram ludibriar pelos discursos inflamados do Sr. Adolf. É preciso situar os eventos em seu devido contexto histórico (as condições de ordem econômico-social-ideológicas) para entender o mínimo que seja, o porquê do partido nazista depois de tantas tentativas, como bem mostra o vídeo, ter conseguido dominar praticamente toda uma nação.

Isso me lembra o texto A Segunda Guerra Mundial, do historiador Adhemar Martins Marques, que escreve: “[...] as contradições econômicas, sociais e ideológicas” foram fatores determinantes para os pequenos conflitos entre as duas grandes guerras mundiais P. 167. E fala brevemente sobre a “diplomacia nazista” e suas conquistas territoriais P. 168. 

A situação da Alemanha era de alto desemprego; injustiça social; inflação alta; consciência nacional; nacionalismo extremado, entre outras características. O terreno estava muito fértil para que fosse instalada a ditadura nazista. Hitler era a figura modelo que instilava no povo alemão um senso de segurança e futuro promissor para uma nação tão castigada após a primeira guerra mundial.

De acordo com o historiador Mark Mazower, no texto “A Nova Ordem de Hitler, 1938”, citando a observação do estudioso Luciolli: 

“Ao encerrar-se a década de 1930 muitos europeus estavam dispostos a abandonar a ordem liberal, democrática, criada a partir de 1918 pela Inglaterra, pela França e pelos Estados Unidos, para abraçar um futuro mais autoritário”. P. 147.

Mazower, também escreve:

“Ao encerrar-se a década de 1930, a opinião pública européia não se opunha de modo algum à idéia de uma reconstrução autoritária do continente sob a liderança dos alemães”. P. 147.

Terreno bastante preparado para aceitar a visão de mundo do partido nazista. Não é toa que: “Na Alemanha o clima era de euforia. A Nova Ordem prevalecera contra os ‘protetores de uma era agonizante’. Mais que nunca, os alemães sentiam-se vivendo numa época ‘histórica’”. (MAZOWER). 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

A História da Segunda Guerra Mundial

Duas Frentes de Batalhas Definidas


Hitler com suas tropas nazistas invade a Polônia em 1939... E assim está iniciada a maior carnificina e idiotice humana no século XX. Para Hitler, não apenas os judeus eram menos que porcos, os poloneses também em sua grande maioria não valiam muita coisa. Os seus soldados espoliaram a Polônia, matando e fazendo milhões de poloneses em prisioneiros de guerra. Separando dos seus pais as criancinhas com traços arianos (olhos azuis, por exemplo) para serem incorporadas ao emergente 3º Reich Alemão. 

O vídeo também menciona a invasão da Polônia pela URSS. Os poloneses, coitados, pensavam que os soldados de Stalin, vinham lhe socorrer. Mas não. Estavam querendo pegar o seu quinhão naquele território. Enquanto isso, britânicos, franceses, suecos, americanos e etc., permaneciam quietos, deixando as coisas acontecerem. 

A Finlândia, num primeiro momento foi atacada pelos soldados da URSS, onde estes perderam sua primeira batalha, não conseguindo penetrar o território finlandês almejado. O que acabou agradando a Inglaterra e Estados Unidos. Porém, poucos meses depois, Stalin manda um contingente muito grande de soldados para atacar a Finlândia. Está, com poucos suprimentos e armamentos, esperando a ajuda dos países aliados, acaba sucumbindo às investidas russas.

Enfim, esse documentário traz a história da Segunda Guerra Mundial em muitos detalhes e episódios curiosos e interessantes que ajudam a clarear um dos eventos mais nefastos e irracionais da história mundial.

Primeiro Derramamento de Sangue


Dando continuidade ao assunto “Segunda Guerra Mundial”, esse documentário atribui ao avanço das tropas nazistas a omissão/passividade/negligência/lentidão e má administração dos governos inglês e francês. Ambos demoraram demais a agir diante dos avanços de Hitler. Uma cautela mal pensada que gerou muitas derrotas.

A Inglaterra representada pelo seu Primeiro Ministro, Neville Chamberlain, relutava ao máximo, ainda traumatizada pela Primeira Guerra (1914-1918), a entrar num conflito sangrento mais uma vez. No entanto, a percepção política e acurada de Winston Churchill alertava dia após dia que o nazismo alemão devia ser combatido. Não deu outra. Num processo de eliminação, Churchill assumiu o posto de Primeiro Ministro, e desse modo, começou a colocar a Inglaterra nos eixos para enfrentar as forças bélicas de Hitler.

A França devido ao seu marasmo e despreparo, acabou caindo nas mãos dos nazistas, logo em 1940. O exercito francês era muito inferior aos nazistas, fora os seus armamentos bem defasados. Enquanto que a Alemanha estava secretamente se modernizando e se militarizando desde o início da década de 1930, para suas conquistas territoriais, a França não acompanhou os avanços militares dos seus vizinhos alemães. Não esperava que em tão pouco tempo se depararia com um exército tão bem preparado pelo país que mais sofreu sanções depois da Primeira Guerra. 

Uma das batalhas mais intrigantes da Segunda Guerra foi a “Batalha de Dunquerque”, uma praia francesa que abrigou mais de 300 mil soldados britânicos, franceses e belgas, que estavam completamente encurralados entre o mar e os soldados sedentos de sangue de Hitler. Milagrosamente o líder nazista impediu o avanço de suas tropas, não sabia ele que a sua atitude salvaria involuntariamente 300 mil soldados inimigos. Quando ele e seus generais se deram conta de que os soldados estavam sendo salvos por inúmeros barcos e navios, já era tarde demais. 

Contudo, o vídeo termina mostrando a entrada triunfal de Hitler e seus comparsas na capital francesa, a cidade de Paris; e com a declaração de guerra de Benito Mussolini, líder da Itália, contra os britânicos e franceses. A Inglaterra estava encurralada... Teria que suportar o poder de fogo dos italianos, alemães e talvez até dos soviéticos. O Primeiro Ministro britânico, Winston Churchill, não se acovardou. Essas foram as suas palavras:

“A batalha da França acabou. A batalha da Grã-Bretanha está prestes a começar”.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Derrida em 90 Minutos


STRATHERN, Paul. Derrida em 90 Minutos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003. (Versão em PDF).

“[...] a ‘filosofia’ de Derrida não é uma filosofia propriamente dita, mas antes um questionamento da filosofia: uma ‘interrogação de sua real possibilidade’. Ele questiona toda a base da filosofia e sua capacidade de operar em seus próprios termos”. P. 8.

Jacques Derrida (Professor de Humanidades na Universidade da Califórnia, EUA), um dos intelectuais mais nonsenses do final do século XX. O final da “filosofia” dele e a de Foucault descambam na mesma fossa. Mas Derrida parece descer um degrau a mais nas tolices que escreveu.  Ele foi um dos Filósofos mais discutidos, aclamados e refutados dos últimos anos. Com uma roupagem tão bonita, erudita e rebuscada, a sua filosofia atraiu muitos alunos nos centros universitários. Mas sua construção teórica não passa de areia e cal; não tem nada de consistente. Apenas enganação.

Derrida pretendeu fazer um terrorismo escritural, hermenêutico e filosófico, jogando para o alto todas as concepções de conhecimento conseguidas até então. Tudo é texto; tudo é interpretação. Cabe a cada um desconstruir (e reconstruir) a sua maneira o que leem, visto que as palavras não são possíveis de transmitir o pensamento de quem as escreveu. Há lacunas; há buracos; há frestas; há lapsos; há espaços; há precariedades de sentido nas palavras escritas. “A própria linguagem que [o escritor] utiliza, inevitavelmente, distorce o que ele pensa e escreve”. P. 11. Todo texto carrega em sua internalidade os elementos da desconstrução. Viva ao relativismo interpretativo. Nada de impor a violência hermenêutica de que a verdade foi descoberta aqui ou ali, pois tal conduta se revela como uma postura autoritária e tirânica, que esgota outras maneiras legítimas de ver o mundo.

Diante disso, a pergunta a se fazer é: como interpretar as palavras de Derrida? Como devemos ler os seus livros e artigos? Poderemos ser acusados de “distorcer” os seus escritos? Devemos levar a sério o que ele diz? Ele se sentiria confortável se disséssemos que ele defende a existência da Verdade Absoluta? Podemos desconstruir o seu texto a maneira que quisermos?

Pós-modernista que era, ele não aceitava a idéia de que a verdade é descoberta e não inventada. Não só a base da Filosofia, mas a do conhecimento científico também foram questionadas e abandonadas por ele.

Para Euclides (300 a.c) e Hursserl (1859-1938), por exemplo, “a própria geometria, de alguma forma, ‘já estava lá’, esperando para ser descoberta, esperando o seu momento histórico”. P. 8. Já para o Filósofo francês, não existe essa conversinha de verdades atemporais a serem encontradas em algum âmbito do conhecimento. Não, não, a Verdade Absoluta (ou apenas a verdade) não existe!

À parte da minha crítica inicial, Derrida (juntamente com outros pós-modernistas) se deu conta de que eliminando Deus (sim, isso mesmo), não tem como pressupormos a verdade de coisa alguma. Os pressupostos iluministas levados até as suas últimas consequências parecem implicar em uma anarquia epistemológica total. Visto que o fundamento do conhecimento foi tirado, ou “está morto”, como diria Nietzsche.

“Não é difícil detectar a presença espectral do divino por trás da alegação dessa “presença” [da verdade absoluta]. Por muitos séculos, Deus havia sido a verdade, garantindo essa verdade absoluta. Porém, sem tal presença — chame-a de divina ou absoluta — não existe verdade e ficamos patinando em um atoleiro de relativismo. Isso se aplica à geometria tanto quanto à filosofia. Na verdade, Derrida afirmaria que essa condição impossibilita até a possibilidade de existência da filosofia. Agora fica claro por que ele não se vê como um filósofo!” P. 9.

Os Cientistas, Filósofos e outros acadêmicos anti-relativistas ateus, teimosamente insistem na existência da verdade, mas qual o fundamento disso? Tem que haver um Pressuposto do qual todos os outros derivam! No caso em questão: Deus! 

Paul Strathern (Professor de Filosofia e Matemática na Universidade de Kingston, Londres) não se furta em mostrar as incongruências do autor biografado. A citação é longa, mas vale a pena ser lida.

“A negação de Derrida da verdade geométrica, até da possibilidade da filosofia, está, em sua própria forma abstrata, sujeita às mesmas críticas. Ao solapar a verdade, ele também logra solapar a verdade daquilo que está dizendo. Como veremos, Derrida admitiria isso de pronto — e consideraria suas implicações, persistentemente, até chegar a conclusões ousadas e radicais. Mas o fato é que essa teoria (seja ou não sabotada por suas próprias contradições) desafia abertamente a prática humana.

Nós exercemos a economia e a meteorologia porque o conhecimento infundado que produzem nos ajuda. Podemos aceitar que não existe algo como a verdade absoluta, uma garantia final para nosso conhecimento; não obstante, apesar de tudo isso, não há dúvida de que os três ângulos internos de um triângulo de superfície plana somam 180 graus. O tamanho de um elétron dentro de um átomo é comparado ao de uma agulha em um estádio de futebol e, ainda assim, descobrimos cálculos precisos para predizer com exatidão seu comportamento. Toda a indústria de computadores baseia-se em tais predições. E aceitamos outras “verdades” científicas menos matemáticas, como a teoria da evolução de Darwin, a estrutura do DNA e assim por diante.

Na verdade, ainda que aceitemos que não existe verdade absoluta, paradoxal e impetuosamente opomo-nos a qualquer tentativa de minar essas verdades “não-absolutas” por outro modo que não a refutação científica (isto é, experimentação, experiência). A verdade pode ser relativa em termos de status absoluto, mas tratá-la como relativa é outra questão. Por um lado, Derrida presumivelmente não negaria a “verdade” de que milhões de judeus morreram no Holocausto.

A civilização ocidental pode ter-se desenvolvido usando uma noção autocontraditória de verdade absoluta, mas sem essa noção autocontraditória ela desaba. A forma com que Derrida lida com isso e com a “impossibilidade” da filosofia é vital para qualquer consolidação de sua estatura como pensador.” P. 10.

O autor de 90 Minutos, percebendo mais uma vez a contradição inerente ao sistema do escritor francês, escreve:

“De acordo com Derrida, nosso conhecimento do mundo, baseado em identidade, lógica e verdade, origina-se de uma aporia. É o resultado de uma contradição interna. Mais uma vez, torna-se bastante fácil assinalar a autocontradição de Derrida neste ponto. Se a presença de uma contradição invalida nosso conhecimento lógico, então, certamente, o uso da lógica no argumento de Derrida é igualmente danoso.” P. 13.

O que é excêntrico e vindo com um traje intelectual (aparentemente) sofisticado, sempre terá os seus fãs, seguidores e entusiastas.

“[As Universidades] Johns Hopkins e Yale abraçaram o desconstrucionismo com algum entusiasmo, enquanto outras instituições o rejeitaram com o mesmo sentimento passional. Esse racha na academia norte-americana logo ecoou ao redor do mundo [...] Derrida encontrou seguidores na filosofia e na crítica literária”. P. 16.

Sabiamente e sobriamente muitos rejeitaram:

“Não é de surpreender que os filósofos norte-americanos não tenham ficado muito impressionados com esse pensamento de Derrida. [...] Os cientistas, simplesmente, tinham-no como um contra-senso sem importância”. P. 16.

Mesmo tendo parcos conhecimentos na área filosófica, fico com o bom senso, e, portanto, fico com os últimos. Já o Filósofo Rafael Haddock Lobo (Professor de Filosofia da UFRJ) discorda: “Derrida certamente é um dos autores mais brilhantes da História da Filosofia”. [1]